Em 1940, depois de muitos ‘‘Frankensteins’’, vampiros e lobisomens, a Universal lembrou que ‘‘A Múmia’’ de 1932 tinha dado boa bilheteria e resolveu produzir novos filmes do gênero. O resultado foi a tetralogia composta por ‘‘A Mão da Múmia’’ (‘‘The Mummy’s Hand’’, 1940), de Christy Cabanne, com Tom Tyler (astro de faroestes ‘‘B’’), ‘‘A Tumba da Múmia’’(‘‘The Mummy’s Tomb’’, 1942), de Harold Young, com Lon Chaney Jr., ‘‘Na Sombra da Múmia’’ (‘‘Mummy’s Ghost’’, 1944), de Reginald le Borg, e ‘‘A Maldição da Múmia’’ (‘‘Mummy’s Curse’’, 1944), de Leslie Goodwim, também estrelados por Channey Jr. Já no final dos anos 50, foi a vez da produtora inglesa Hammer ressuscitar a múmia num filme dirigido por Terence Fischer e estrelado por Christopher Lee. Vieram depois ‘‘A Maldição da Múmia’’ (‘‘The Curse of Mummy’s Tomb’’, 1964), de Michael Carreras, ‘‘O Sarcófago Maldito’’ (‘‘The Mummy’s Shroud’’, 1966), de John Gilling (um cineasta injustamente menosprezado), e ‘‘Sangue no Sarcófago da Múmia’’ (‘‘Blood from the Mummy’s Tomb’’, 1971), de Carreras, com Valerie Lean no papel da múmia. Daí por diante, salvo raras aparições em filmes ‘‘B’’ ou trash, as múmias voltaram a dormir seu sono eterno até que Stephen Sommers resolvesse ressuscitar este tipo de filme por meio do dispensável remake de um clássico.

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