Sylvia Massari caiu de paraquedas na atual temporada de "Malhação". Convidada pelo produtor de elenco Flávio Zambroni após Suely Franco - que seria a intérprete da regente Regina na novela - recusar o papel por ter sido escalada para "Amor à Vida", a atriz assumiu de bom grado a personagem da trama de Ana Maria e Patrícia Moretzsohn. "Adoro trabalhar com jovens. É maravilhosa a troca de experiências. Entro na mesma ‘vibe’ deles", garante ela, que também esteve no folhetim infantojuvenil em 2007, como Marta Jaguar. Para interpretar a freira e professora de música, Sylvia fez algumas aulas de regência com seu marido, o maestro e compositor Guto Graça Mello. Além disso, teve de se inteirar melhor sobre as músicas que os jovens estão ouvindo. "Como ela é bem moderna, vai dos tradicionais corais à roda de samba de raiz", comemora.
Natural de Jardinópolis, município de São Paulo, Sylvia iniciou a carreira cedo. Com três anos, ela já cantava nas rádios de Ribeirão Preto, além de trabalhar como modelo e manequim. Após vencer um concurso, em 1968, sua vida nos palcos começou. Ao lado de Moacyr Franco, protagonizou o musical americano "Os Fantástikos". De lá para cá, foram muitas peças, participações e papéis fixos em novelas e programas humorísticos. Entre tantos personagens, Sylvia destaca um como o mais marcante de sua extensa trajetória. "A boneca Dona Santa sempre vai significar muita coisa para mim", relembra, citando a freira interpretada por ela em "A Praça É Nossa".

Nome: Carmem Silvia Barbosa Graça Mello.
Nascimento: Em 2 de agosto de 1947, em Jardinópolis, município de São Paulo.
Primeiro trabalho na televisão: No "Moacyr Franco Show", programa de variedades exibido de 1972 a 1981.
Sua atuação inesquecível: "São tantas... Mas gosto de duas, ambas no teatro. Como Dalva de ‘A Estrela Dalva’ e Amnésia em ‘Noviça Rebelde’".
Momento marcante: "A boneca Maria Santa, que fiz por tantos anos em ‘A Praça é Nossa’".
A que gosta de assistir: "Geralmente, tenho pouco tempo para ver televisão. Mas gosto de filmes, programas de entrevistas e algumas novelas".
A que nunca assistiria: "Lutas, tipo MMA".
O que falta na televisão: "Musicais".

O que sobra na televisão: "Sensacionalismo e vulgaridade".

Se não fosse atriz, o que seria: "Psicóloga".<>
>Ator: Antônio Fagundes.

Atriz: Fernanda Montenegro.
Humorista: Ronald Golias.
Novela preferida: "Joia Rara", de Thelma Guedes e Duca Rachid, exibida pela Globo em 2014.
Novela que gostaria que fosse reprisada: "A Lua me Disse", de Miguel Falabella e Maria Carmem Barbosa, exibida em 2005.
Com quem gostaria de fazer um par romântico: "Minhas personagens não são do tipo que fazem par romântico" (risos).
Cena inesquecível na televisão: Félix e César, de Mateus Solano e Antônio Fagundes, sentados na praia no último capítulo de "Amor à Vida".
Que papel gostaria de representar: "Todos os que me presentearem".
Filme: "Um Lugar Chamado Notting Hill", de Roger Michell, protagonizado por Julia Roberts e Hugh Grant em 1998.
Livro de cabeceira: "Mensagens de Maria Para Sua Família", de Annie Kirkwood e Byron Kirkwood.
Vexame: "Uma vez, fiz um show em Vitória, no Espírito Santo, quando estava doente e tinha acabado de sair do hospital. Não quis furar o compromisso, mas estava fraca e não me lembrava das letras".
Uma mania: "De beijar meus santinhos".
Projeto: "Um show com Max Wilson, meu filho, e João Carlos Assis Brasil. Está quase pronto".

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