Pedro Monteiro encara a típica ansiedade de todo novato em tevê. O ator, que está no elenco da série "Amor Veríssimo" – baseada nas crônicas de Luis Fernando Veríssimo –, do GNT, ressalta que dar vida a oito personagens, um em cada episódio, é algo que o instiga. "Os papéis são bem diferentes, vão desde o mais tímido até o mais descolado. O bom texto me ajudou a dar fluidez nas cenas e, é claro, o cenário de cada situação também contribui", afirma ele, que não precisou acionar muitos recursos para garantir sua vaga no elenco. "O teste não durou nem dois minutos. Foi tudo tranquilo e bem próximo da realidade", valoriza.
Acumulando em seu currículo diversas campanhas de publicidade, o ator de 36 anos relembra a importância dos anúncios em sua trajetória profissional. "O mais expressivo foi o da Skol. Me reconheceram em pleno Carnaval e não paravam de gritar: 'Adocica'", diverte-se Pedro, lembrando a propaganda da marca de cerveja em que aparecia de sunga e pochete dançando ao som de "Adocica", música de Beto Barbosa.

Nome: Pedro Antônio Monteiro Júnior.

Nascimento: Em 29 de dezembro de 1977, no Rio de Janeiro.

O primeiro trabalho na tevê: "O primeiro trabalho fixo foi em 'Amor Veríssimo'".

Atuação inesquecível: "Quando fiz o filme 'Vendo e Alugo'. Ganhei até prêmio de melhor ator coadjuvante".

Interpretação memorável: Lázaro Ramos no filme "Madame Satã", de Karin Aïnouz.

Um momento marcante na carreira: "Quando estreei a minha primeira peça, chamada 'Os Ruivos'. Fizemos mais de 200 apresentações".

A que gosta de assistir: "Programas bizarros".

A que nunca assistiria: "Odeio programas de exposição gratuita da violência".

O que falta na televisão: "Programas que tenham mais a cara do Brasil e que explorem outras regiões".

O que sobra na televisão: Anúncios.

Ator: Marco Nanini.


Atriz: Nathalia Timberg.


Com quem gostaria de contracenar: Tony Ramos.


Se não fosse ator, o que seria: "Não me vejo sem a interpretação".

Humorista: Marcelo Adnet.

Novela preferida: "Kananga do Japão", de 1989.


Cena inesquecível na tevê: "Quando o personagem do Mateus Solano é desmascarado pela família em 'Amor à Vida'".

Melhor abertura de novela: "Vale Tudo", de 1988.

Vilão: Odete Roitman, interpretada por Beatriz Segall em "Vale Tudo", de 1988.

Personagem mais difícil de compor: "Quando fiz um personagem transtornado e que sofria 'bullying' em uma adaptação do livro 'O Apanhador do Campo de Centeio'".

Que novela gostaria que fosse reprisada: "Vale Tudo".

Com quem gostaria de fazer par romântico: Giovanna Antonelli.

Filme: "São tantos, mas adoro 'Capitão Philips'", de Paul Greengrass.

Livro de cabeceira: "Abusado", de Caco Barcellos.

Autor: Luiz Fernando Veríssimo.


Diretor: Luiz Fernando Carvalho.


Vexame: "Sempre esqueço dos nomes das pessoas. Acabo ficando em uma situação constrangedora".

Mania: "Só saio de casa com tudo arrumado".

Projeto: "Estou escrevendo uma peça sobre relação amorosa".

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