Em 11 anos na televisão, as personagens de Franciely Freduzeski ficaram mais conhecidas pela exuberância da atriz do que pela importância na trama. Um exemplo disso é a Dona Gegê, do humorístico ''Zorra Total'', onde subia de microssaia em uma escada. Ou como a ''musa de São Cristóvão'', a Beta, de ''O Clone''. Em ''Bela, a Feia'', sua primeira novela na Record, não é diferente: Júlia tira a vaga de Bela, vivida por Giselle Itié, na agência de publicidade +/Brasil, pelo visual decotado. Dias depois, ela é demitida por ser incompetente. ''As pessoas confundem muito, pensam 'ah, porque ela é bonitona, ela só é aquilo'. Não sabem que eu faço teatro, faço um monte de coisa para poder me reciclar sempre'', reclama.
Em julho, Franciely assinou um contrato de três anos com a emissora. Fora do ar desde 2008, quando interpretou a atirada Gabriela Sollis, no seriado ''Donas de Casa Desesperadas'', da Rede TV!, a atriz já conversa sobre participações em futuros projetos na Record. Mas ainda não há nada definido. ''Não creio que me contrataram para ficar três anos sentada. A Record já tem tudo de primeira qualidade, falta só a experiência do dia a dia'', valoriza.
Em janeiro de 2010, será sua estreia no cinema, em ''Lula, o Filho do Brasil'', dirigido por Fábio Barreto. ''Eu e Fábio trabalhamos juntos em 'Donas de Casa'. Ele me colocou em uma cena muito bonitinha, em que sou uma das paqueras do Lula. Meu personagem nem tem nome. Mas quero fazer mais cinema'', revela Franciely.

mockup