Todo ano, um nome se sobressai gerando expectativa e excitação ao ser anunciado entre as estrelas convidadas do Festival de Dança de Londrina. Desta vez, o foco dirigiu-se para a bailarina e coreógrafa Toshie Kobayashi, que veio à cidade para ministrar um curso de balé clássico. ‘‘Ela é um ícone, uma das profissionais de dança mais requisitadas do País, diz Leonardo Ramos, coordenador-geral do Festival de Dança de Londrina. O evento começou no último dia 10 com a apresentação do espetáculo ‘‘Travessias’’ no Teatro Ouro Verde. Tão enxuto quanto no ano passado, o evento movimenta pela quarta vez a cidade promovendo o intercâmbio entre a produção local e a de outras regiões do País. A programação seguiu até domingo reunindo espetáculos de grupos profissionais convidados, duas Mostras (Estímulo e Livre) e o tradicional bloco pedagógico. Entre os destaques, balé clássico ‘‘Don Quixote’’ foi apresentado pelos solistas Carla Amâncio e André Valadão, de Belo Horizonte (MG). Os espetáculos de dança contemporânea também conquistaram a platéia, com ‘‘Caleidoszoo’’ e ‘‘Noite de Fortunello’’, ambos montados pelo Distrito Cia de Dança, de Ribeirão Preto (SP). Organizada pela APD (Associação dos Profissionais de Dança de Londrina e Norte do Paraná), a quarta edição do Festival esteve orçada em cerca de R$ 51 mil. Todos os espetáculos foram apresentados no Teatro Ouro Verde, e os cursos foram realizados na Escola Municipal de Dança. Dois espetáculos foram responsáveis pelo encerramento do festival: ‘‘D.Poe’s’’, do Ballezinho de Londrina, e fechou novamente com o balé clássico ‘‘Don Quixote’’.


Em maio de 2002, uma impressionante comissão de críticos literários de várias partes do mundo escolheu o livro Dom Quixote de La Mancha, escrito por Miguel de Cervantes y Saavedra (1547-1616), a partir de 1602, como a melhor obra de ficção de todos os tempos. Cervantes nasceu em 1547 em Alcalá de Henares, perto de Madrid, numa família da pequena aristocracia.


É o nome dado a um estilo de dança e a sua performance. Tem suas raízes na Itália do século XVI e tomou a forma na qual é conhecido hoje na França, durante o reinado de Luís XIV. Os movimentos do balé se baseiam na música e em imortais melodias que contribuíram para torná-lo popular, na Europa e depois no resto do mundo.


O Programa Folha Cidadania tem como objetivo criar o hábito de leitura entre os jovens.

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