Cu­ri­ti­ba re­ce­beu nes­te fi­nal de se­ma­na um es­pe­tá­cu­lo de dan­ça que ­veio do ou­tro la­do do mun­do: ‘‘Lan­ter­nas ­Vermelhas’’, uma apre­sen­ta­ção do Ba­lé Na­cio­nal da Chi­na. Di­ri­gi­da pe­lo ci­neas­ta ­Zhang Yi­mou, a per­for­man­ce une dan­ça e tea­tro em pro­pos­ta cul­tu­ral que une o orien­te e o oci­den­te.
  Pra ­quem não se lem­bra, ­Zhang Yi­mou foi ­quem ‘‘­ocidentalizou’’ vá­rias das tra­di­ções orien­tais por ­meio de fil­mes co­mo ‘‘­Herói’’ e ‘‘O Clã das Ada­gas ­Voadoras’’. Ele tam­bém foi o res­pon­sá­vel pe­la es­pe­ta­cu­lar aber­tu­ra da Olim­pía­da de Pe­quim, em 2008.
  O Ba­lé Na­cio­nal da Chi­na é uma com­pa­nhia de dan­ça es­ta­tal que exis­te des­de 1959. So­men­te há 15 ­anos o gru­po pas­sou a se apre­sen­tar em ou­tros paí­ses. Es­ta é a pri­mei­ra vez que o gru­po vem ao Bra­sil. ‘‘O ba­lé da Chi­na era um gran­de te­sou­ro ador­me­ci­do. Mui­tos não sa­biam que ­eles ti­nham es­sa tra­di­ção no ba­lé clás­si­co. ­Eles in­cor­po­ra­ram o mé­to­do Va­ga­no­va da Rús­sia du­ran­te a re­vo­lu­ção cul­tu­ral chi­ne­sa em 1950. Ho­je, o ba­lé é o car­tão de vi­si­tas da ­China’’, ex­pli­ca o pro­du­tor Stef­fen Da­vels­berg.


● Enfatiza a dança com o corpo inteiro, promovendo a movimentação harmoniosa entre braços, pernas e tronco



● Sua história tem mais de cem mil anos. Inventaram o papel, a impressão, a pólvora, e tinham grande talento para a música, carpintaria, teatro e cerâmica

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