Entre as opções de passeios gratuitas e imperdíveis estão o British Museum e a National Galery
A cerimônia da troca da guarda da rainha é um dos programas gratuitos, com toda a pompa e charme londrinos, que atraem os estudantesLondres é considerada uma das cidades mais caras do mundo. Uma refeição rápida na rua não sai por menos de cinco libras, o que corresponde a aproximadamente R$ 16,00. Por isso, pode ser uma boa idéia comprar frutas, sucos e ingredientes para sanduíches no supermercado. Comer sanduíche nas praças e parques faz parte do cotidiano londrino. Ninguém vai estranhar. Prepare-se também para voltar cedo para casa, não só porque os pubs fecham às 23 horas, sem falta, mas também porque cada caneco de cerveja custa 2,5 libras. Multiplique por 3,2 para saber o preço aproximado em reais e descubra que é bem mais caro do que beber cerveja no Brasil.
A cidade é cara, mas também oferece muitas opções de passeios gratuitas e imperdíveis. Com o cartão mensal do metrô e alguma disposição para explorar a cidade, você vai conhecer lugares lindos e cheios de arte, informação e cultura. Ao ar livre, não dá pra perder uma caminhada ao longo do Rio Tâmisa, avistando desde as docas onde eram descarregados navios de sedas e especiarias da Índia na Antiguidade; a Torre e a Ponte de Londres, onde ficam as jóias da Rainha; até o outro extremo, onde fica o famoso Big Ben, que não é o relógio, mas sim o sino do relógio gigantesco ao lado do prédio do Parlamento inglês e da Abadia de Westminster, onde se casou a princesa Diana.
Outros passeios ao ar livre são os inúmeros parques, com árvores frondosas, muitas flores e impecáveis gramados, onde os ingleses costumam se esticar ao sol sem cerimônia, como se estivessem na praia. O reduto dos artistas de rua no Covent Garden, as lojas de departamentos na Oxford Street, o charme e a mistura de raças do Soho, a arquitetura das igrejas, museus e palácios. Tudo pode ser admirado, pelo menos do lado de fora, sem custos.
Em Londres é possível visitar alguns dos mais importantes museus e galerias de arte da Europa, sem pagar nada. O primeiro da lista é o British Museum, que tem os maiores acervos arqueológicos e históricos do Egito, Grécia e Roma Antiga, além de outras seções. O British é tão grande e completo que para ser bem visto pode tomar várias tardes. A National Gallery também tem entrada livre e rende um amplo acervo renascentista, além de importantes obras impressionistas como, por exemplo, um dos girassóis de Van Gogh. Menor, mas não menos interessante, a Tate Gallery tem um acervo que se divide entre a tradicional pintura inglesa dos retratos de família, marinhas e paisagens de campo ao impressionismo de Claude Monet e o cubismo de Picasso. Outros importantes museus como o de História Natural e o Victoria and Albert têm entrada gratuita no final do expediente, a partir das 16h30.
E se você quer bancar o turista pra valer, tem que ver a troca da guarda da rainha. Uma cerimônia, diária durante a temporada, com toda a pompa da realeza britânica. Os ‘‘soldadinhos’’ de chumbo, com seus uniformes e botas impecáveis, atraem uma multidão aos portões do Palácio de Buckingham.

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