Da lan house para o circo
Não são muitos os alunos que acabam fazendo das artes circenses uma profissão, mas, quanto mais acessível é a arte, maior a possibilidade de se descobrir novos talentos. Foi assim com esses três jovens que agora partem para uma etapa importante de suas carreiras.
Gisele Silva Rodrigues reconhece que só foi fazer uma oficina de circo porque a lona estava instalada em um terreno ao lado de sua casa. ''Era um grupo de fora, que veio com patrocínio da Funarte'', comenta.
O primeiro contato de Jonathan dos Santos Lima também foi motivado pela curiosidade. ''Eu estava saindo da lan house quando encontrei um amigo indo para as aulas no centro cultural do Maria Cecília. Fui ver como era e gostei'', relata o jovem, que, na ocasião, chegou a ter aulas com Gisele.
Já no caso de David Aparecido dos Santos Araújo, foi mais a afinidade entre as acrobacias e a ginástica olímpica que o levou a procurar as aulas de circo. Tanto que, em menos de um ano, ele desenvolveu um nível de qualidade suficiente para ser selecionado pela Funarte. (A.I.)





