Para os executivos americanos que moram no exterior, as cidades mais caras continuam sendo as do Leste Asiático, mas as sul-americanas, como São Paulo e Buenos Aires, já surgem como novos pólos onde o dólar compra cada vez menos bens e serviços.
Numa pesquisa divulgada pela empresa britânica, Runzheimer International Ltd., e publicada no último número da revista americana de negócios Business Week, Hong Kong - o enclave sino-britânico prestes a ser devolvido à China - tornou-se o lugar mais caro do mundo para se viver. Em seguida, vem a capital japonesa, Tóquio, e a capital chinesa, Pequim. São Paulo aparece com um custo de vida 66% superior ao de Nova York.
A pesquisa toma por base uma cesta de bens e serviços - como alimentos, transporte, moradia - com os preços encontrados na cidade de Nova York. A cidade americana, assim, entra na tabela como referência mundial e seu custo de vida é sempre igual a 100 pontos. Após converter as diferentes moedas pelo seu poder de compra, a pesquisa investiga em cada uma das metrópoles internacionais o valor, em dólares, necessário para se adquirir uma cesta equivalente à nova-iorquina.
Tomando também por base o padrão de consumo de uma família americana de duas pessoas com renda anual de US$ 75 mil, a pesquisa concluiu, por exemplo, que o custo de vida na Cidade do México está 25% menor que em Nova York.

mockup