Bruna Marquezine:"Tudo que é para a vida toda é mais incrível"
Bruna Marquezine:"Tudo que é para a vida toda é mais incrível" | Foto: Reprodução



Bruna prefere as joias
Bruna Marquezine é uma das fashionistas do momento, e sempre chama atenção com looks grifados e alinhados com as últimas tendências. Porém, em vídeo no canal da apresentadora Fernanda Souza no Youtube, a atriz revelou que, no momento, comprar roupas não é sua prioridade.
"Estou gostando de comprar joias", explicou ela. "Fico pensando o que é mais legal: uma joia que eu vou ter o resto da vida ou essa camisa? Estou nessa fase, achando que o legal mesmo é investir em joias, tudo que é para a vida toda é mais incrível." Sobre seu estilo, Bruna também falou que, para o dia a dia, prefere o básico. "Gosto de calça de couro e blusa branca", contou. "Você muda de acordo com o batom, a bolsa, o sapato." (Agência Estado)

Streaming aquece mercado
Nova York - A indústria da música americana registrou uma alta no crescimento na primeira metade do ano, enquanto as assinaturas de streaming chegaram a 30 milhões e as vendas de CDs se estabilizaram. O auge do streaming revigorou o negócio da música nos anos recentes, mas os últimos números foram especialmente bons. As vendas no maior mercado de música do mundo cresceram 14,6%, a 2,7 bilhões de dólares nos primeiros seis meses de 2017, superando com folga o crescimento de 8,1% do ano anterior, informou a Associação da Indústria Discográfica dos Estados Unidos. As receitas pelo streaming representam agora 62% do mercado. O crescimento é liderado pelos serviços pagos como Spotify, Apple Music e Tidal, com assinaturas que dispararam, superando 30 milhões. Além disso, as vendas físicas diminuíram 1% -diferente das grandes quedas de anos anteriores - pois o comércio de CDs caiu e o de vinil continuou seu renascimento. A maior queda nas vendas foi verificada nos downloads da loja iTunes e de outros serviços, na medida em que os consumidores têm preferido o streaming. Apesar do crescimento, a associação esclareceu que as vendas continuam abaixo dos níveis prévios à chegada da Internet. O grupo também reiterou suas acusações de que o YouTube aproveita brechas legais para pagar muito pouco a artistas e gravadoras. (France Presse)

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