CURTAS

Sem celebridades
Donald Trump se deleita há décadas com o mundo dos famosos e, quando era criança, sonhava em ser ator. Mas, para sua posse como presidente, seu amor não foi correspondido. Ás vésperas de se tornar o 45º presidente dos Estados Unidos ele toma posse nesta sexta (20) - o magnata do setor imobiliário sofreu como nenhum de seus antecessores para encontrar músicos conhecidos para se apresentar em sua festa.
Alguns dos grandes nomes que apoiaram Hillary Clinton, como Katy Perry, Cher e Scarlett Johansson, estarão viajando a Washington. Mas não para a posse de sexta-feira, e sim para a Marcha das Mulheres, que será realizada no dia seguinte e que exigirá que o novo governo respeite os direitos humanos.
No entanto, Trump minimizou a importância dos famosos. A estrela da Broadway Idina Menzeu ofereceu uma possível solução aos problemas de Trump, em declarações à revista Vanity Fair. "Talvez ele mesmo tenha que cantar alguma coisa", disse. "Provavelmente pensa que tem uma grande voz: pensa que tudo o que faz é genial", comentou. (France Presse)
Morre William Onyeabor
William Onyeabor, músico nigeriano pioneiro do synth funk, morreu na última segunda-feira (16), de acordo com a gravadora Luaka Bop, durante o sono. Ele tinha 70 anos e estava convalescendo em sua casa em Enugu, na Nigéria.
O músico começou sua carreira musical nos anos 1970, quando construiu e botou para funcionar um estúdio e uma fábrica de discos na sua cidade natal. Até 1985, ele gravou, imprimiu e distribuiu uma série de álbuns fundamentais do funk eletrônico. Em 2013, a Luaka Bop (gravadora de David Byrne) lançou "Who Is William Onyeabor?", a primeira compilação autorizada de seu trabalho nos Estados Unidos. Byrne também organizou uma série de eventos de tributo ao artista, dos quais participaram, entre outros, Damon Albarn, Dev Hynes e membros do LCD Soundsystem e do Hot Chip.
Em 1985, Onyeabor se tornou um cristão devoto e parou de gravar. Ao longo dos anos, seus discos viraram verdadeiras raridades.(Agência Estado)





