CURTAS
Prêmio
O filme ''Diários da Motocicleta'', de Walter Salles, foi indicado ontem para o European Film Award 2004 como melhor filme estrangeiro. Até agora, o filme já foi visto por mais de 7 milhões de espectadores em todo o mundo. Na Inglaterra, ''Diários'' bateu o recorde de público em todos os tempos para filmes em língua espanhola. Nos Estados Unidos, o livro-diário de Ernesto Guevara acaba de entrar para a lista dos 10 mais vendidos dos jornais The New York Times e Los Angeles Times. ''Diários'', o filme, já foi lançado em 24 países, e até o final do ano deverá estrear em outros 20. Lançado há 7 semanas no restrito mercado americano, o filme ocupa 268 salas e é o 16º colocado no box Office, com quase 11 milhõe de dólares de bilheteria.
'Matrix' em DVD
A caixa de DVDs da franquia ''Matrix'' tem uma novidade. Além dos tradicionais canais de áudio com comentários dos diretores e do elenco, os DVDs vão ter análises de críticos de cinema que não gostaram dos filmes, inclusive do primeiro. São eles Todd McCarthy (''Variety''), John Powers (''L.A. Weekly'') e David Thomson (Salon.com). A idéia foi dos irmãos Andy e Larry Wachowski, diretores das fitas. Eles queriam um contraponto para os comentários dos intelectuais Cornel West e Ken Wilbur, que exploram a importância dos filmes e sua filosofia. A caixa ''The Ultimate Matrix Collection'', com 10 DVDs, vai ser lançada na América do Norte em 7 de dezembro.
Projeto piloto
O diretor de cinema Brett Ratner vai rodar a seguir um projeto na TV. Ele vai dirigir o piloto de um novo seriado chamado ''Prison Break''. Em 22 capítulos, a série vai contar a história da fuga de uma penitenciária, como no filme ''Fugindo do Inferno''. A trama é sobre um engenheiro que é preso para poder ajudar o irmão, condenado à morte, a fugir da prisão que ele ajudou a construir. Para conseguir a façanha, ele tatuou no corpo uma planta do prédio. O irmão, por sinal, jura que é inocente. Ratner também vai ser produtor do programa. O elenco ainda não foi escolhido. Entre os projetos mais recentes do diretor, estão os filmes ''Dragão Vermelho'' e ''After the Sunset'', que acaba de chegar aos cinemas americanos.
The Who
O grupo The Who está trabalhando em um disco novo. Em seu website, Pete Townsend revelou que a banca veterana está produzindo ''Who2'' em parceria com Roger Daltry. O álbum ''não-conceitual'' começou a ser planejado em dezembro. Se tudo der certo no estúdio, o disco pode estar nas lojas em abril. Daí a idéia é partir para uma turnê mundial ainda no primeiro semestre de 2005. O músico também revelou que está escrevendo sua autobiografia, ''Who He?'', na qual ele se concentra em sua infância e adolescência. Ele alega ter sofrido abuso sexual quando era criança, um dos motivos pelos quais estaria pesquisando pedofilia na internet quando foi preso em 2003. Ele foi solto logo em seguida.
Spielberg outra vez
Começou a ser rodado esta semana em Newark, estado de New Jersey, o novo filme de Steven Spielberg, ''A Guerra dos Mundos''. O projeto de ficção científica dos estúdios Paramount Pictures e DreamWorks tem em seu elenco Tom Cruise, Tim Robbins, Miranda Otto e Dakota Fanning. Boa parte do filme vai ser rodada nos arredores de Nova York, ao longo do Rio Hudson. Para uma cena a ser filmada no início de dezembro, em Athens, ao sul de Albany, vão ser chamados mais de 1 mil extras. Na seqüência, marcianos vão atrás de um grupo de pessoas que foge em direção a um ferry boat. Segundo Cruise, o filme vai ser ''excitante, muito assustador e ao mesmo tempo manter o tom do livro de H.G. Wells''.
Aposentadoria à vista
Hugh Grant dá a entender que pretende se aposentar em breve. O ator, que está promovendo atualmente o lançamento de ''Bridget Jones: No Limite da Razão'', disse à revista britânica ''Metro'' que atuar em filmes é ''uma experiência miserável''. ''É muito demorado, chato e difícil de fazer certo'', disse ele. ''Estou semi-aposentado. Fico imaginando que vou escrever um roteiro brilhante.'' O ator, que está com 44 anos, namora atualmente a socialite Jemima Khan.
Fãs alienados
Fãs do seriado de TV ''CSI: NY'' não são fãs de Yasser Arafat. Uma série de reclamações de telespectadores fez com que a emissora de TV CBS pedisse desculpas por interrromper a transmissão do show para anunciar a morte do líder palestino. A culpa foi colocada em um ''produtor muito agressivo'', que decidiu tirar o show do ar em seus cinco minutos finais. O programa tem uma audiência média de 17 milhões de telespectadores. Para quem não viu o final do episódio, a CBS vai reprisá-lo na sexta-feira. Para a emissora, o produtor poderia ter esperado pelo notíciário das 23 horas, porque Arafat já estava muito doente e sua morte era esperada para qualquer momento.(Agência Estado)





