Festival de Dança de Londrina

A segunda noite da Mostra Competitiva do Festival de Dança de Londrina terá hoje duas atrações especiais na abertura, a partir das 20 horas, no Teatro Ouro Verde (Rua Maranhão, 85). A Companhia de Danças de Diadema (SP) vai apresentar ''Tribal Urbano'', um espetáculo de 20 minutos sobre a solidão e o isolamento, com coreografia do português Gagik Ismailian. Nesse trabalho de criação e execução coletivas, a companhia procura explorar o diálogo interno do homem, ser que desafia o medo e é capaz de sorrir e matar, dependendo do momento. Em seguida é a vez do bailarino Cláudio de Souza, do Ballet de Londrina, apresentar-se com a coreografia vencedora do formato Solo na edição 2003 do festival.
Iniciada a competição, serão avaliados os formatos Solo, Duos e Trios Contemporâneos. O festival é uma promoção da Associação dos Profissionais da Dança de Londrina, com patrocínio da Prefeitura e Sercomtel e apoio do Centro Cultural Teatro Guaíra, Casa de Cultura de UEL, Só Dança, Sanepar, Barracas Universo, Arel, Folha de Londrina, Rádio Universidade FM e site www.conexaodanca.art.br. Os ingressos custam R$ 10,00 e R$ 5,00 (estudantes, idosos ou com bônus da Folha de Londrina).

Piano e teclado na Associação Médica
O pianista Luiz Fernando Fajardo Lima e a tecladista Miriam Nagata Kawanishi vão fazer esta noite, na Associação Médica de Londrina (Praça 1º de Maio, 130), uma apresentação baseada em uma pesquisa que visa a combinação da música erudita com a popular e de instrumentos acústicos e eletrônicos. A partir das 20h30, eles vão mostrar duas obras no recital intitulado ''A Tecnologia e os Novos Rumos da Música Clássica'': Concerto para Piano e Orquestra nº 23 em Lá Maior, K.488, de Mozart, e Rhapsody in Blue, de George Gershwin. Os instrumentistas transcreveram através de computador toda a grade orquestral (constituída de madeiras, metais, cordas e percussão) para o teclado, da forma como o compositor escreveu. Assim, o piano (acústico) será acompanhado pelo teclado (eletrônico), que reproduzirá toda a orquestra sinfônica. A idéia é ter uma alternativa de trabalho para solistas que não têm a oportunidade de se apresentar com uma orquestra acústica e ser uma forma de mostrar grandes obras em pequenas salas de concerto. O recital terá entrada franca.

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