Curiosidade em excesso prejudica
A psicóloga e professora do Instituto de Psicologia da USP Leila Tardivo alerta sobre os cuidados com a obsessão pelo mundo das celebridades. ''Não é patológico se não for exagerado. As redes sociais têm um lado positivo, quando usadas pelas pessoas para se encontrar. Mas também têm o lado da superexposição, que pode ser ruim.''
Segundo Leila, algumas celebridades não sabem respeitar o limite entre público e privado, acabam mostrando particularidades de sua vida e se expondo a situações constrangedoras.
O psicólogo Florival Scheroki acredita que a fofoca é poderosa, mas não deve tomar conta do tempo das pessoas. ''Quem tem os próprios problemas não liga para a vida alheia.'' (Folhapress)





