CULTURA POPULAR - Toda a expressividade do JONGO
PUBLICAÇÃO
quinta-feira, 03 de maio de 2007
Liliana Onozato<br> Reportagem Local 
O final de semana está sendo brindado com a exaltação do jongo, um patrimônio cultural do País, por meio da Oficina de Danças Brasileiras.
O evento, organizado pelo Núcleo de Cultura Popular AlmA Brasileira, através do Projeto Biblioteca Viva de Cultura Popular, patrocinado pelo Promic, teve início ontem, com a exibição de um documentário sobre o assunto.
Para ministrar a oficina de jongo e compartilhar suas vivências na comunidade de Guaratinguetá, interior de São Paulo, André Luis de Oliveira foi convidado para coordenar, inclusive, a parte prática da oficina, que envolve canto e dança.
Segundo Fernando Brito de Goes, integrante do Núcleo AlmA, o jongo ainda gera uma série de dúvidas por parte da sociedade. ''Há pessoas que associam estas manifestações culturais, apesar de todas terem uma origem religiosa, ao candomblé ou macumba, por desconhecer as religiões afro. Então já existe aquele preconceito. Mas o tambor é o personagem principal, pois sem o toque dele não se dança'', refletiu Goes, ressaltando que o tambor não é um mero objeto, mas uma entidade viva.
De acordo com Goes, ainda existem algumas vagas para os interessados em participar da oficina que segue até domingo.
SERVIÇO
- Oficina de jongo
Quando - Hoje, das 19h às 22h, e sábado e domingo, das 15h às 18h
Onde - Vila Cultural Alma Brasil (Rua Mar Del Plata, 93 - Vila Brasil, em frente à pracinha do posto de saúde)
Quanto - Taxa de R$ 10,00
Mais informações - Tel. (43) 3326-2672


