A ''Noite da Cultura Cigana'' é a nova atração da programação do Espaço Arte e Cultura Telepar Brasil Telecom. Hoje, das 18h30 às 19h30, haverá bate-papo com o presidente da Associação de Preservação da Cultura Cigana e presidente da União Romani do Brasil, Cláudio Iovanovitchi. O tema é a cultura cigana no contexto mundial.
''Há muito preconceito em relação aos ciganos. Acham que tudo que está em posse dos ciganos é roubado'', comenta Iovanovitchi. Para reverter, somente com muita informação e educação. ''Discriminamos o que não conhecemos'', afirma ele.
Para esta noite, a partir das 20 horas, está programada ainda uma apresentação de danças ciganas e do cerimonial do chá típico cigano, além da exibição de vídeos sobre a cultura cigana.
Segundo Iovanovitchi, no Paraná existem cerca de três mil ciganos fixos. Em todo o Brasil, seriam cerca de 600 mil nômades. ''São nômades por tradição e opção de uma cultura mais voltada para o ser do que para o ter'', diz ele.
Os ciganos trabalham basicamente como artesãos, músicos e vendedores ambulantes. Entre as comida típicas estão a Sarma (iguaria feitas com carnes - porco, gado, arroz, bacon, cogumelo - enrolado em folha de repolho), a Guibanitsa (folhado de queijo e uva passas).
A vestimenta básica constitui-se da Sucnia (saia colorida, de origem oriental), lenço (na cabeça simboliza a aliança, ou seja, mulher casada) e jóias, algumas com simbologia herdadas em família, mas acima de tudo são usadas como moeda corrente no país em que estiverem.


A ''Noite da Cultura Cigana'' terá início hoje, às 18h30, com bate-papo com o presidente da Associação de Preservação da Cultura Cigana, Cláudio Iovanovitchi, sobre a cultura cigana no contexto mundial. A partir das 20 horas, haverá apresentação de danças ciganas, cerimonial do chá típico cigano e exibição de vídeos sobra a cultura cigana. O evento acontece no Espaço Arte e Cultura Telepar Brasil Telecom (Avenida Manoel Ribas, 115, Mercês).

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