A maternidade é um direito feminino. Trata-se de uma experiência única que mãe e filho passarão juntos, e porque cada qual está aprendendo com o outro, nem tudo são flores. Simplificadamente, alguns dos tantos espinhos são:
Mãe é uma criatura abençoada que pensa mais em seus filhos do que em si mesma. Sim porque os filhos são o bem mais precioso para ela. As tarefas de uma mãe, seja biológica ou não, são doloridas porque seu coração sofre a cada vez que vê os filhos infelizes.
Ela se doa aos filhos e os ama incondicionalmente. Por essa entrega e amor personifica um anjo de guarda lutando corajosamente para protegê-los e bem educá-los.
Perdoar os filhos é o que ela mais faz tal como Jesus pregou.
E na educação e disciplina diárias, quem sofre mais quando os filhos estão sendo punidos por algo de errado que fizeram, não são eles, mas sim ela. E mais, com dor no coração ela deve dizer Não aos filhos para que aprendam que nem tudo que se deseja ter ou fazer é correto.
Interpreta se os filhos estão bem só observando seus olhares, comportamentos, gestos e falas, mesmo que eles afirmem estar tudo bem.
E a cada sofrimento dos filhos, seja pelas doenças corriqueiras ou não, na formação do caráter, nas mazelas de seus casamentos, nas adversidades da vida, nos caminhos profissionais, na luta cotidiana para criarem e educarem os seus netos, ela é quem sofre, chora e ora, todos os dias, para que seus filhos ajam sempre com justiça, amor cristão e que sigam sempre o caminho do Bem.
Eis alguns desafios da difícil missão de ser mãe.

Marina Irene Beatriz Polonio é escritora em Cambé

Crônica é a coluna da FOLHA2 publicada todas as quartas-feiras. A cada semana o leitor será brindado com diferentes autores. Os textos, com no máximo 30 linhas, devem ser encaminhados com telefone de contato para [email protected].

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