Crianças 'entram' nas histórias
Crianças entram nas histórias
Olhos que brilham e bocas abertas. Foi assim que a platéia infantil da biblioteca da Rua da Cidadania do Pinheirinho, em Curitiba, ouviu as histórias de Carlos Daitschman nesta semana. Sem piscar ou fazer barulho, um grupo de cerca de 15 crianças e adolescentes passou uma hora na companhia do contador.
A estudante Mariana Tomoe Futsuki, 11 anos, moradora da região, explica que consegue sentir que entra na história. Suas preferidas são Chapeuzinho Vermelho e Rapunzel. Os contos que ouviu de sua mãe quando era menor ou que descobriu em livros quando aprendeu a ler, Mariana reconta agora aos seus primos e afilhada. Acho que as histórias são muito importantes para nós, justifica.
Ao seu lado, na platéia, estava a estudante Renata Vieira do Pinho, 11 anos. Ela também cresceu ouvindo histórias clássicas, como Chapeuzinho Vermelho e Os Três Porquinhos, contadas principalmente por seu avô. Hoje, já mais interessada em livros destinados ao público adolescente, ela continua em contato com a literatura infantil. Sempre conto historinhas para os meus primos menores, afirma. (S.M.)





