''A oliveira é, certamente, a mais preciosa dádiva dos céus'', a célebre frase, proclamada pelo ex-presidente dos Estados Unidos, Thomas Jefferson (1743-1826), resume a importância que esta árvore e seus frutos tiveram dentro da formação gastronômica da cultura Ocidental.

Com vestígios de ser cultivada pelas civilizações mediterrâneas desde o ano 8 mil a.C, as azeitonas das oliveiras e seu óleo precioso (apelidado de ''ouro líquido'') são citados desde a Antiguidade por poetas, músicos e filósofos, que atribuiam o nascimento da primeira oliveira como um presente da deusa grega Atenas para a humanidade: pela árvore, ela alimentaria o povo das cidades e seu óleo serviria para curar os ferimentos das guerras.

Adotado como símbolo da unidade grega, os ramos de oliveira já eram pendurados nas cabeças dos primeiros campeões olímpicos, que se banhavam em azeite para atrair boa fortuna.
Descoberto como um ingrediente versátil, o óleo das oliveiras foi logo incorporado pelo gosto dos romanos e, consequentemente, introduzido dentro da raíz cultural de toda gastronomia mediterrânea.

Leia a reportagem completa de Rafael Ceribelli em conte´pudo exclusivo para assinantes da FOLHA.

Leia Também:

- Conheça as características do azeite nos principais países exportadores

- Aprenda como experimentar (e comparar) diferentes tipos de azeite

mockup