Dirigido pelo ator, diretor e ativista Robert Redford, o filme ''Conspiração Americana'' - estreia desta semana na programação do Cine Com-Tour/UEL - relata a história real (e praticamente esquecida) que envolve o polêmico julgamento de Mary Surrat, um dos fatos marcantes do período pós-Guerra Civil Americana.

O filme começa com uma breve - e dispensável - sequência nas trincheiras do final da sangrenta Guerra da Secessão, onde conhecemos o jovem tenente Frederick Aiken (James McAvoy), tentando encorajar um companheiro moribundo a lutar pela vida. Em uma elipse temporal, somos levados à noite da vitória do Norte sobre o Sul, onde os aliados da União brindam a rendição do General Lee, que comandava as tropas sulinas. Em uma festa que reúne a alta classe política de Washington, Aiken se reencontra com sua amada Sarah (Alexis Bledel) e revela que deseja seguir carreira no Direito. Ninguém imaginava que este ainda não era o ponto final no conflito da Secessão, e que os fatos que marcaram definitivamente os rumos da história americana ainda estavam por acontecer.

Enquanto brindes comemorativos eram realizados em todo país, acompanhamos três atos planejados pelos espiões do Sul: na mesma noite, são atacados o secretário de Estado, o vice-presidente e o presidente dos EUA, em uma conspiração que acabou com o assassinato de Abraham Lincoln pelo radical John Wilkes Booth (Toby Kebbell).

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