SÃO PAULO, SP - Gal Costa morou em São Paulo na década de 1960, quando tentava o reconhecimento como cantora e havia acabado de sair de Salvador. Na capital paulista ela conviveu com Caetano Veloso, Gilberto Gil e Tom Zé e dividiu o apartamento com o empresário Guilherme Araújo.

Alguns dos cenários dessa época aparecem na cinebiografia "Meu Nome É Gal", em cartaz desde quinta-feira (12).

AVENIDA SÃO LUÍS, 43

Caetano Veloso e Dedé, a primeira mulher do cantor e compositor, moraram em um apartamento no condomínio Santa Vigília, no número 43 da avenida São Luís, centro de São Paulo. No filme, o local aparece como ponto de encontro de outros artistas, cabeludos em geral e até de um fugitivo da ditadura militar, que aparece machucado e precisando se esconder.

APARTAMENTO DE GUILHERME ARAÚJO

Gal Costa também morou na avenida São Luís, no apartamento que dividia com o empresário Guilherme Araújo. É nesse apartamento, segundo a cinebiografia, que a mãe da cantora, Mariah, aparece sem avisar para cuidar da filha.

TEATRO DA RECORD

Foi no antigo Teatro da Record, hoje Teatro Renault, na avenida Brigadeiro Luís Antônio, que Gal cantou, em 1968, "Divino, Maravilhoso", um marco explosivo da mudança da menina discreta e tímida para a artista símbolo da Tropicália.

ALMANARA

Fundado em 1950 no centro de São Paulo, o restaurante de comida árabe Almanara aparece no filme como cenário de uma entrevista em que Gal se irrita com uma jornalista devido a perguntas sobre a sua vida pessoal.

BOTECO

Em um típico boteco de São Paulo, Gal e outros tropicalistas planejam a mudança para o Rio de Janeiro. Caetano e Gil haviam sido presos, e depois exilados, o ambiente estava pesado.