Em 31 de dezembro de 1999, os panamenhos saíram às ruas para comemorar a entrega do Canal do Panamá que, desde sua inauguração em 1914, estava em poder dos Estados Unidos. A independência teve um significado de conquista de soberania para este país centro-americano. Aos poucos, naquele pedaço da América surge uma nação moderna, com ares de grande metrópole. A Cidade do Panamá – capital do país – concentra inúmeros arranha-céus, uma rede bancária internacional, lojas sofisticadas, hotéis imponentes, além de um trânsito às vezes nervoso.
Para quem visita o país há muito o que fazer. Os restaurantes típicos são diversos e a noite panamenha é uma das melhores da América Central. Os cassinos atraem a maioria dos visitantes estrangeiros. O Hotel Continental exibe uma das casas de jogos mais completa. E, pelo que o governo vem investindo em turismo com generosos incentivos fiscais, o Panamá não demorará a ser conhecido como um interessante destino para quem gosta de apostar alguns dólares.
A influência americana está em todas as partes – nas ruas –, na infra-estrutura, no estilo de vida das classes mais favorecidas. O espanhol sempre foi a língua oficial, mas a grande maioria dos panamenhos entende inglês. Além disso, o dólar tem livre circulação no país. A moeda nacional – o balboa – continua restrita aos centavos. Por isso, não se assuste. Todos os preços são cotadas na moeda norte-americana
Paraíso de compras e centro financeiro, a Cidade do Panamá está cercada por belas praias e áreas para a prática de ecoturismo e esportes radicais. A modernização e crescimento do país abre espaço para instalação de grandes redes hoteleiras e existem opções para todos os gostos. Uma das atraentes é o Gamboa Rainforest Resort, localizado às margens do Rio Chagres, a quase duas horas da capital. O hotel oferece caminhadas ecoturísticas, passeios de teleféricos, programas de pesca e tour aquático. Há ainda uma biblioteca recheada de livros sobre a fauna e flora do país. Os hóspedes podem ficar nas dependências do hotel ou em uma vila de casas que forma ocupadas pelos americanos na época da construção do canal. Outra opção interessante é o Meliá Panamá Canal, situado em uma antiga escola militar dos tempos do ditador Manuel Antonio Noriega.
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