Douglas Silva grava a segunda etapa do seriado "Samantha", na Netflix, e estará na nova temporada do quadro "Aula de Cozinha", do programa culinário "Que Marravilha!" (GNT)
Douglas Silva grava a segunda etapa do seriado "Samantha", na Netflix, e estará na nova temporada do quadro "Aula de Cozinha", do programa culinário "Que Marravilha!" (GNT) | Foto: João Cotta/Globo



Zé Pequeno, do clássico "Cidade de Deus" (2002), e Acerola, da conhecida série "Cidade dos Homens" (2002-2018, Globo), o ator Douglas Silva, 29, comemora boa fase. Ele, que nasceu no cinema, amadureceu em sua passagem pela televisão. Fez drama e comédia e, agora, mostra-se cada vez mais versátil. O ator grava a segunda etapa do seriado "Samantha", uma comédia da Netflix, e estará na nova temporada do quadro "Aula de Cozinha", do programa culinário "Que Marravilha!" (GNT).

"Minha carreira está em um bom momento, porque todos os trabalhos estão incríveis. Gravei a série "Infratores", do "Fantástico", com um personagem bem divertido", avalia. Na série, Silva é o designer de interiores Rael, um dos infratores de trânsito que protagonizam o quadro. "Mas ainda quero fazer mais cinema. Convites até rolaram, mas eu não pude participar, em função da agenda. Também quero muito fazer novela", completa o ator.

A paixão do ator, na verdade, são as séries. "Até hoje as pessoas me chamam de Acerola nas ruas, por causa de "Cidade dos Homens". É um personagem que ficou muito tempo na TV. Eu amo cinema, mas amo séries, e a minha carreira tem uma trajetória nelas. "Samantha" tem uma outra proposta, e isso é um desafio lindo, diz Silva, que se declara fã de "Blacklist", "Borgias" e "Orange Is the New Black".

Já o seriado "Samantha", da Netflix, conta a história da personagem-título (Emanuelle Araújo), ex-artista mirim dos anos 1980, que faz de tudo para voltar ao sucesso. Ela é casada com o ex-jogador Dodói (Silva). Mesmo sendo jovem, o ator conta que não foi difícil se envolver com o tema da produção. "Por ter nascido no fim dos anos 1980, só na década seguinte fui curtir o que tinha rolado. O Dodói não tem relação com os anos 1980. É um cara do futebol."

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