ReproduçãoKid Abelha: disco e turnê na América LatinaA geração 80 respira. Com mais de dez anos rodados, os grupos kid Abelha e Engenheiros do Hawaii apresentam-se neste final de semana na região coincidindo com o alvoroço de vestibulandos à beira de um ataque de nervos.
Os shows acontecem em Londrina e Maringá. O Kid Abelha traz o mesmo repertório da turnê do ano passado, quando lançou o álbum ‘‘Meu Mundo Gira em Torno de Voc꒒, cujo sucesso rendeu um Disco de Platina pelas mais de 250 mil cópias vendidas.
O Engenheiros, por sua vez, deverá desfolhar seu rosário de hits e mais uma ou outra canção inédita do novo disco previsto para sair no segundo semestre. Especialistas em compor hits de FM, as duas bandas carregam o estigma de serem adoradas pelo público e malhadas pela crítica.
Ostracismo No caso do Kid Abelha, virou folclore no meio uma resenha publicada numa revista semanal na qual o crítico dizia que Paula Toller era boa de capa e encarte mas não de música, referindo-se às fotos em poses sensuais da cantora.
Em vez de se intimidar, porém, Paula parece ter ‘‘assumido’’ a faceta de sex symbol aparecendo a partir daí em trajes mínimos em outras publicações. Mas tirando o foco das fofocas, o trio carioca anda prestigiado na gravadora Warner, que agora aposta no mercado latino e acaba de lançar uma coletânea de sucessos do grupo com versões em castelhano.
Para promover o disco, Paula Toller, Bruno Fortunato e George Israel preparam-se para realizar shows em agosto em palcos do México, Espanha e países da América do Sul. Como favorito dos patrões, o kid Abelha também foi escolhido para estrear o formato ‘‘single’’ nas lojas.
ReproduçãoHumberto Gessinger: único remanescente da formação original
Ninfetas O disco, que será lançado durante a feira ‘‘Expo CD’’, a ser realizado no Rio entre 28 de julho e 3 de agosto, vai reunir dois remixes cada das músicas ‘‘Te Amo para Sempre’’, ‘‘Pintura Íntima’’ e ‘‘Com é que eu Vou Embora’’.
Sem a mesma badalação e exposição na mídia, os Engenheiros voltam aos palcos depois de uma longa temporada no semi-ostracismo. O líder Humberto Gessinger bem que tentou se lançar num projeto paralelo em 96 lançando um álbum como Humberto Gessinger Trio, mas o disco não decolou.
A banda também virou um entra-e-sai sem fim de integrantes, por onde passou até o já sumido Fernando Deluqui, ex-RPM. Da formação original, aliás, restou apenas o vocalista-baixista de cabelos longos e loiros. Mas, francamente, a histeria das ninfetas nunca exigiu mais do que isso.

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