Criada com a aposta de todas as fichas na qualidade de texto e de produção a coleção de literatura universal da editora Cosac & Naify chega aos dois anos de vida ''toda prosa''.
A distribuição de um display por 300 livrarias de todo o país, com nichos para seus 12 primeiros títulos, celebra o bom começo da ''Prosa do Mundo''.
A série chegou ao mercado no início de 2001, com a publicação de ''O Diabo e Outras Histórias'', do russo Leon Tólstoi, e ''Niels Lyhne'', do dinamarquês Jens Peter Jacobsen, os dois do século 19.
Desde então, saíram, sempre em capa dura, com traduções e apêndices caprichados, volumes de escritores italianos como Pirandello e Pavese, americanos como Edgar Allan Poe, franceses como Mauriac e alemães como Bertolt Brecht (os dois últimos em traduções, respectivamente, de Carlos Drummond de Andrade e Manuel Bandeira).
Coordenada pelo ensaísta, tradutor e editor Samuel Titan Jr., com conselho editorial formado por Augusto Massi e Davi Arrigucci Jr., a coleção já tem três títulos acima da terceira edição: os dois primeiros da série e ''Um, Nenhum e Cem Mil'', de Pirandello. Em seis meses de mercado, ''A Narrativa de Arthur Gordon Pym'', de Edgar Allan Poe, é outro que já esgotou seus 3.000 exemplares iniciais.
Até o final do ano, ''Prosa do Mundo'' deve atingir os 18 títulos. Os próximos serão ''Billy Bud'', de Herman ''Moby Dick'' Melville, e o megaclássico ''O Vermelho e o Negro'', de Stendhal, há tempos sem novas versões. Rubens Figueiredo, que assina a tradução de ''O Assassinato e Outras Histórias'', terá outro volume na série no final do ano, o também paradigmático ''Pais e Filhos'', de Turgueniev.

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