Thiago Lacerda confessa que tem uma "queda" por trabalhos de época. Muito dessa preferência vem do minucioso processo que essas produções exigem dos intérpretes "Gosto de pesquisar, de debater com os autores, professores e colegas de elenco, chegar ao personagem por um caminho mais artesanal", conta. Coincidência ou não, Lacerda é sempre lembrado para produções históricas como "Hilda Furacão", de 1998, "Aquarela do Brasil", de 2000, e, mais recentemente, a microssérie derivada do filme "O Tempo e O Vento". "Eu devo ter cara de época", brinca.
Entre tantos trabalhos do tipo, Lacerda acredita que "A Casa das Sete Mulheres" é um dos mais marcantes. Não apenas pelo sucesso que a minissérie fez em 2003, mas por mostrar ao público uma parte importante da história do Brasil: a Revolução Farroupilha. "A televisão pode ensinar sem ser chata. A série tinha ingredientes fortes e fisgou o público", lembra. (G.B.)

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