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PUBLICAÇÃO
domingo, 14 de janeiro de 2007
Claudio Yuge<br>Equipe da Folha 
Curitiba - Com tanta informação largada pela internet, o negócio é investir mesmo em sites especializados, com dados destinados a um público específico, exigente e sedento por novidades. Sabendo disso, o pessoal da holding Ideiasnet resolveu apostar nelas, as mulheres, mães, filhas e esposas. O Bolsa de Mulher (www.bolsademulher.com), juntamente com o Desabafo de Mãe (www.desabafodemae.com.br), estão no ar para oferecer conteúdo direcionado e também dar uma forcinha em casa.
O Bolsa de Mulher, lançado em junho de 2000, vem crescendo a cada ano, tanto em público quanto em conteúdo. O site tenta englobar o universo feminino da mulher moderna, com dicas de beleza, casa e família, corpo e bem-estar, estilo de vida, compras, entre outras coisas. Há uma seção específica para as finanças, o MulherInvest, com dados sobre orçamento doméstico, casamento e divórcio, aposentadoria e outros assuntos.
As notícias trazem desde importantes descobertas sobre fertilidade até o que o ator Rodrigo Santoro anda comendo em ''Lost''. Na seção de amor e sexo, as internautas dividem dicas e problemas, como lamentações comuns na hora daquele momento íntimo frustrado. Um fórum garante maior interatividade, com discussões que sempre acabam envolvendo elas mesmas e também seus parceiros. Reclamações contra os cafajestes não faltam.
Um ''braço'' do Bolsa de Mulher entrou no ar em 2006 e já aparece entre os favoritos de uma parcela do público do site. O Desabafo de Mãe serve para isso mesmo, para as mamães soltarem o verbo sobre tudo aquilo que as deixam malucas no dia-a-dia. A primeira namorada do filho, a dificuldade em lidar com profissão e afazeres domésticos, as brigas com os maridos, tudo passa a ser verbalizado.
Criado pelas jornalistas Ceila Santos e Sueli Sueishi, o portal conta com colaboradores do Brasil, Portugal e México, e oferece informações diferenciadas sobre livros, música, teatro, entre outras coisas. ''A proposta é apresentar a cultura a pais e mães. E acreditamos que não há fórmula melhor para essa missão que um bate-papo entre mulheres que conseguem despertar em seus filhos o hábito de leitura ou o gosto pela arte'', explica Ceila.


