André Bernardo
TV Press
Quando tinha seis anos, Cláudia Abreu não podia ouvir o tema de abertura da novela ‘‘Escrava Isaura’’ que já corria para frente da tevê. Quase 25 anos depois, Cláudia realiza um sonho de infância ao protagonizar cenas parecidas como a Olívia, de ‘‘Força de Um Desejo’’.
Nome: Cláudia Abreu Varella.
Nascimento: Rio de Janeiro, em 12 de outubro de 1970.
Primeiro trabalho na tevê: Uma ponta em ‘‘Hipertensão’’, de 86.
O que gostaria que fosse reprisado: ‘‘Escrava Isaura’’, de Gilberto Braga.
Com quem gostaria de trabalhar: O cineasta espanhol Luis Buñuel. ‘‘Gosto tanto que não me canso de ler ‘Meu Último Suspiro’, a autobiografia dele.’’
Momento marcante: Quando interpretou uma sertaneja em ‘‘Guerra de Canudos’’. ‘‘Foi, disparado, o meu melhor papel.’’
O que falta na tevê: ‘‘Uma opção maior de filmes.’’
Livro de cabeceira: ‘‘Qualquer um do meu sogro, o escritor Rubem Fonseca.’’
Vídeo de cabeceira: ‘‘Jules e Jim – Uma Mulher para Dois’’, de François Truffaut.
Qual foi o maior vexame da carreira: ‘‘Quando estava encenando a peça ‘Noite de Reis’, em 96, tive um ‘branco’ no palco.’’
Projeto para o futuro: ‘‘Ano que vem, devo filmar ‘O Homem do Ano’, dirigido por José Henrique Fonseca, meu marido.’’

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