São Paulo - Alguns dos clichês mais conhecidos do chamado ''rock espacial'' saíram desse disco, lançado há exatos 30 anos: ''The Dark Side of the Moon'', do grupo inglês Pink Floyd. ''Time'', a ''música dos relógios'', está ali. ''Money'', a ''música das caixas-registradoras'', está ali. ''Eclipse'', ''Breathe'', ''On the Run'', ''The Great Gig in the Sky''. Está quase tudo ali.
O disco, gravado nos estúdios Abbey Road em 24 de março de 1973, ficou conhecido mais pela figura geométrica na capa do que pelo nome de batismo: Prisma. ''O disco da pirâmide'', dizem alguns. Celebrando a data redonda, a gra Segundo informa a gravadora, o engenheiro de som James Guthrie, que processou o material, utilizou as fitas originais com as 16 faixas produzidas nas sessões que resultaram nas 10 músicas do álbum. Depois de remasterizar o material, transferiu tudo para o formato SACD que, sem entrarmos na terminologia dos tecnocratas, serviu para que o som recuperasse o climão das gravações analógicas e lhe fosse adicionado a potência das novas tecnologias. É possível obter o som estéreo de alta definição em DVD-players (compatíveis com o SACD) e aparelhos de home-theater.
Quando fez 20 anos, ''The Dark Side of the Moon'' - que, segundo informações da Sony, vendeu 30 milhões de exemplares até hoje - ganhou uma capa com um prisma computadorizado. Agora, a capa foi redefinida pelo artista plástico e designer Storm Thorgerson.
Tirando as canções que já nos torturaram em sessões de cachimbo da paz nos tempos de faculdade, é interessante descobrir o que permanece como clássico no disco. ''Breathe'', com certeza, é uma dessas faixas.
-------------------------------
Serviço - The Dark Side of the Moon. Relançamento do disco clássico do Pink Floyd. EMI. Preço médio: R$ 30,00

mockup