Três das mais populares sagas hollywoodianas estão lançando suas terceiras partes, e a indústria está apostando que o resultado nas bilheterias será uma das temporadas mais rentáveis dos últimos tempos, senão de todos os tempos. Depois do lançamento hoje de Homem Aranha, será a vez da terceira aventura de Shrek.
Entre todas as franquias, com certeza a do super-herói Peter Parker, da animação com o ogro verde e do pirata escrachado Jack Sparrow estão entre as mais dispendiosas já produzidas, e com certeza aquelas com fórmulas mais consistentes para transformar celulóide em ouro.
A exemplo do Homem Aranha, cuja teia cobriu praticamente todo o globo terrestre, também Shrek, o Terceiro vai monopolizar simultaneamente a grande maioria dos circuitos mundiais a partir de 15 de junho. E o mesmo vale para o terceiro Piratas do Caribe, todos com a mesma idéia fixa de evitar a pirataria.
Os números impressionam. Os dois Shrek arrecadaram mais de 1 bilhão e 400 milhões de dólares em escala internacional, além de um Oscar em 2001 para sua parte inicial, a primeira estatueta para a então recém-criada categoria de filmes de animação. Sem Oscar, mas com o baú também abarrotado, Spiderman 1 e 2 (2002 e 2004) somaram 1 bilhão e 600 milhões de dólares.
E antes mesmo de invadir as salas mundo afora no dia 25 próximo, Piratas do Caribe 1 e 2 apresentam juntas a incrível cifra de 2 bilhões de dólares, além de ostentar o título de melhor bilheteria nos Estados Unidos para um fim de semana de estréia em sua segunda parte: 136 milhões de dólares.
Estes são números relativos apenas ao dinheiro que entrou ou está para entrar através de ingressos. Cada um desses gigantes do entretenimento ainda trabalha com a perspectiva de lucros também astronômicos obtidos através de franquias que gravitam ao redor dos títulos, como videojogos, música, roupas, brinquedos e uma centena de elementos com as cores e as formas dos personagens principais.
Antes de saber se haverá chuva em abundância na horta de todos, uma pergunta já atormenta quem faz e quem assiste: haverá uma quarta parte?

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