Acontece hoje a estréia mundial de ''Matrix Revolutions'', episódio final da trilogia dos irmãos Wachowski. O filme entra em cartaz, em horários variados, nos quatro cantos do planeta. No Brasil, são 450 cópias distribuídas em 71 cidades. Em várias cidades brasileiras as primeiras sessões têm início às 12 horas (ver programação de cinema nesta página).
Considerando-se o abalo que o primeiro ''Matrix'' (1999) causou na indústria cinematográfica - inclusive financeiro: arrecadou US$ 460 milhões no mundo todo -, suas sequências eram nervosamente aguardadas pelos fãs. Veio ''Reloaded'', lançado no primeiro semestre deste ano, e decepcionou. A crítica falou mal, os fãs pagaram para ver. Resultado: mais US$ 736 milhões para o bolso dos Wachowski, diretores dos longas.
Chega, agora, ''Revolutions'', e não empolga. Para quem não se lembra do que aconteceu antes, uma rápida retrospectiva. Neo é um hacker que, após ser contatado por Morpheus (Laurence Fishburne), descobre que vive dentro de uma realidade virtual, um programa chamado Matrix. Ele se une, então, a um grupo de rebeldes que tentam libertar os humanos do controle das máquinas.
''Revolutions'' tem o seu foco nessa batalha final: chips contra cérebros. Neo passa todo o filme tentando saber o que fazer, como agir e para onde ir. Enquanto isso, o povo de Zion (lugar onde vivem os rebeldes) se arma para enfrentar as milhares de sentinelas que estão prontas para destruí-los. O massacre tem início e o ''predestinado'' entende que tem de ir até a cidade das máquinas, onde barganha com uma espécie de dono do mundo o fim da guerra. ''Smith se tornou muito poderoso e só eu posso vencê-lo'', argumenta o messias. Assim, a batalha fica na espera do resultado do duelo entre Neo e o agente Smith (Hugo Weaving), que, mesmo com suas milhares de cópias disponíveis, decide enfrentar o mocinho no ''mano a mano''.

Serviço:
- Informações sobre o filme podem ser encontradas no site http://whatisthematrix.warnerbros.com

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