O cineasta Semi Salomão Neto, de Apucarana, acaba de lançar seu quarto filme: ‘‘Histórias do Sobrenatural’’, composto pelos média-metragens ‘‘O Monstro do Lago Jaboti’’, ‘‘Chamado do Infinito’’ e ‘‘Toque de recolher’’. A pré-estréia aconteceu no último dia 27, no Cine Fênix, em Apucarana, mas o jovem cineasta de 24 anos quer estrear seu 4º filme em novas salas de cinema.
  Conhecido pelo gênero terror, desde cedo, Salomão buscou inspiração em
José Mojica Marins, conhecido por Zé do Caixão, e no seriado americano ‘‘Além da Imaginação’’. Autodidata, chegou a iniciar o curso de Publicidade e Propaganda, mas logo desistiu. A paixão pela sétima arte começou aos cinco anos de idade, quando assistiu ao filme ‘‘Fúria de Titãs’’. A partir daí, seu vínculo com ‘‘coisas fantásticas’’ só aumentou. Aos doze, ganhou sua primeira filmadora e passou a produzir denhos animados. Dois anos depois, conquistou uma apresentação de sua produção em público, com o ‘‘Festival Esmair’’, que nasceu a partir dos desenhos que ele fazia de seu professor de geografia, chamado Esmair. O primeiro filme, ‘‘O Reencarnado’’, foi gravado em 2000. Entre 2001 e 2004, manteve um programa independente de entretenimento na TV. Depois de ‘‘O Reencarnado’’, Salomão encabeçou ‘‘Visita Inesperada’’, por ter conseguido melhorar seus recursos, foi rodado em Curitiba. Em 2004, o título que lhe rendeu repercussão internacional foi ‘‘A Bruxa do Cemitério’’, quando ganhou espaço em sites do México, além de registros em jornais impressos do Brasil.


É um cineasta brasileiro. Nacionalmente conhecido, Marins desenvolveu um estilo próprio de filmar. Inicialmente desprezado pela crítica brasileira, passou a ser reverenciado após seus filmes ganharem símbolo cult no circuito internacional. Seus filmes também são considerados ‘‘trash’’ ou ‘‘toscos’’.


É o mais populoso país de língua espanhola do mundo e o mais populoso país da América Latina, depois do Brasil. O México foi o berço de várias civilizações nativas americanas avançadas, das culturas mesoamericanas, como a civilização Maia e os astecas.


O Programa Folha Cidadania tem como objetivo criar o hábito de leitura entre os jovens.

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