Claudia Barberato
Especial para a Folha Turismo
O turista não deve deixar de ir no Navy Pier, um porto antigo que foi reformado e transformado num lugar de lazer. Do lado de fora, além do belíssimo lago Michigan, estão muitos restaurantes e lojas. De dia ou de noite pode-se passear de barco pelo Lago Michigan. Os ingressos custam de US$ 10,00 a US$ 14,00, dependendo do tipo de barco.
A vida noturna é agitada. Existem muitos locais para ouvir o jazz. Há quem afirme que Chicago, depois de New Orleans, é o segundo centro de jazz, antes de Nova York. No mês de setembro é realizado o Chicago Jazz Festival. A cidade oferece também outros ritmos de música e opções de teatro, shows e musicais.
No centro existem os jazz clubs, blues clubs, dance clubs e uma variedade de lugares para se divertir. Há também galerias de arte e shoppings onde se pode comprar de tudo. Nas vitrines, Donna Karam, Calvin Klein, Versace, Gucci, Nike, entre outros.
Andar a pé pelo centro da cidade não é difícil e não há muito perigo. A zona de perigo fica mais ao sul, quando se começa a entrar na Chinatown. Lá construiu-se uma China a parte, que também abriga guangues. Leis de proteção política facilitam asilos e é possível ‘‘viver ilegamente’’.
À noite, pode-se fazer também um passeio a pé no centro da cidade, conhecer o restaurante Rain Forest, com sua loja anexa, onde pode-se comprar roupas e brinquedos para as crianças. No restaurante, o visitante se sente numa floresta recheada de bichos. Há também o Hard Hock Café, o Planet Holywood, a Boate Excalibur ou o Hooters, com garçonetes em trajes mínimos e boa comida. Pelo canal pode-se ir pelo centro até o Chicago Sun Times e de volta a região dos bares. Na Michigan Avenue, há lojas de grifes como Laura Ashley, Victoria Secretry e Nike.
Comer cachorro-quente no Portillo’s, um bar típico americano, com decoração dos anos 30, é muito atraente. Ali pode-se saborear um dos melhores hot dogs dos Estados Unidos por US$ 3,31, mais refrigente. Só uma dica: tire as duas pimentas de dentro do sanduíche.
O Lago Michigan é um ponto turístico a parte dentro de Chicago. Tem 494 quilômetros de extensão e 190 quilômetros de largura. No verão, o movimento do vento na água imita ondas e, no inverno, o lugar congela e vira uma grande pista de patinação no gelo.
As temperaturas no verão marcam os 43 graus centígrados e, no inverno, caem para até 25 graus abaixo de zero. Durante o inverno a camada de neve chega a ter 1,5 metro de altura. De maneira geral, a cidade é bem preparada para o inverno, mas falta infra-estrutura para enfrentar altas temperaturas.
Na região do Lago Michigan estão o Aquarium e Oceanarium onde existe a maior coleção de vida marinha fora de seu habitat, com aproximadamente 5 mil peixes, com mais de 500 espécies de todo o mundo.
Outro ponto que vale a pena conhecer é o edifício Sears Towers, o maior prédio habitável do mundo. São 110 andares e 443 metros de altura. Um elevador leva turistas ao observatório, no 103º andar em menos de um minuto.
De cima do Sears Tower Skydeck um visual deslumbrante de toda a cidade e do Lago Michigan, colorido artificialmente em alguns pontos, para imitar o mar e chamar a atenção de turistas. Nos corredores do observatório é possível encontrar muito turista americano, indiano e chinês. Turistas do mundo inteiro se deliciam com as fotos feitas de lá.Vida noturna é agitada. Programas podem incluir passeios a pé, visitas ao Navy Pier e um cachorro-quente no Portillo’s
Fotos: Claudia BarberatoNavy Pier, um antigo porto transformado em área de lazer: paisagem agradável, boas lojas e restaurantesCartão postal da cidade, o Lago Michigan recebe uma coloração especial para parecer o mar. Tem mais de 450 quilômetros de extensão e quase 200 quilômetros de larguraA vida noturna é agitada: muitos bares, jazz e boa comida

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