Uma das propriedades da Renato Aragão Produções no Rio de Janeiro pode virar parque temático. O terreno da empresa do humorista, localizada em Vargem Grande, Zona Oeste carioca, vai servir para a construção de uma cidade cenográfica da Globo voltada para a programação infantil. A idéia é abrigar por lá programas como ‘‘Capitão Sardinha’’, a nova versão do ‘‘Sítio do Pica-pau Amarelo’’ e o novo formato do ‘‘A Turma da Mônica’’. Entre as atrações previstas na cidade, brinquedos típicos de parque de diversão e até um inusitado chafariz de pipoca.
Agradável surpresa
Jorge Pontual está empolgado com o ritmo de ‘‘Uga-Uga!’’. Não é para menos, já que no ano passado teve de enfrentar uma estrutura mais simples ao protagonizar ‘‘Tiro & Queda’’, novela exibida pela Record e produzida pela JPO. O ator, que vai interpretar o estivador Mutuca na nova novela das sete da Globo, acha que a trama de Carlos Lombardi tem uma linguagem diferente de tudo o que havia feito na tevê. ‘‘A cada capítulo há um evento. A novela vai ser um escândalo’’, torce Jorge.
Embaixador global
Silvio de Abreu está em Hamburgo, na Alemanha. O autor foi representar a Globo num congresso de dramaturgia que começou no último domingo. Mas a emissora não enviou o novelista por acaso. No evento, serão exibidas produções globais, entre elas duas das últimas novelas de Silvio: ‘‘A Próxima Vítima’’ e ‘‘Torre de Babel’’. Coincidência ou não, as tramas foram as que mais chamaram a atenção dentro do pacote global. Quando voltar do congresso, Silvio começa a escrever o programa ‘‘50 Anos de Tev꒒ dedicado à dramaturgia.
Luta coreografada
Apesar de contemporânea, ‘‘Uga-Uga!’’ dá um trabalho danado para a produção. Além das inúmeras cenas de ação que exigem dublês e demorados preparativos, a maioria das gravações da novela foi feita em externas, o que implicou em um número grande de figurantes. Isso sem contar as cenas com os índios na selva. Só que na sequência da luta entre duas tribos que vai ao ar logo no primeiro capítulo não foram utilizados índios de verdade. A produção resolveu coreografar a briga e escalou alunos da Escola Nacional de Circo, do Rio de Janeiro.

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