São Paulo A comissária de bordo Maria Aparecida Junqueira de Moraes, 39, a Cida do ''Big Brother 2'', surpreendeu até a si própria quando ficou até a última semana no ''reality show'' da Globo, que terminou há duas semanas. Ela disse que deve continuar trabalhando como comissária de bordo, mas não descarta seguir uma carreira artística.
Apesar disso, ela foi para o ''paredão'' cinco vezes e foi eliminada a poucos dias da final, como ela mesma já havia previsto. ''Mas não foi premonição'', desconversa a comissária, que protagonizou um dos momentos mais marcantes do programa quando ouviu a voz da irmã, pouco antes de saber da morte dela.
Confira trechos da entrevista em que Cida falasobre os relacionamentos, as dificuldades de convivência e os planos para o futuro, reportagem.
Como você decidiu participar do ''Big Brother''?
Eu estava voltando de um vôo, à noite, tinha ido assistir a ''Onze Homens e um Segredo''; me abordaram e perguntaram se e eu me importava de dar uma entrevista, e eu falei que não. Disseram que era para um programa, mas não disseram qual. Fui viajar de novo e quando voltei tinha um recado para fazer um teste e contaram que era o ''Big Brother''. Eu não sabia muito bem o que era o programa, porque vejo pouca TV aqui, vejo mais lá fora.
Quando explicaram, você não teve receio?
Não, fui meio sem pensar, com a cara e a coragem. Deixei para pensar lá dentro.
E como foi a adaptação dentro da casa do ''Big Brother''?
As pessoas têm um temperamento diferente. Eu já sabia que ia encontrar gente bem diferente de mim. Realmente, eles mostraram ser bem diferentes.
Com quem você se dava melhor?

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