Charme europeu
ReproduçãoA Cidade dos Artistas: réplica de uma aldeia espanhola do século 16, construída pelos artesãos locais em 1976Charme europeu
No alto dos penhascos do Rio Chavon, nos domínios de Casa de Campo, reina um trompe doeil dedicado às artes. Batizado de Altos de Chavon, trata-se da réplica de uma aldeia espanhola do século 16, construída em 1976 pelos artesãos locais. Sob a direção do cineasta italiano Roberto Copa, o projeto fazia parte de um programa cultural desenvolvido pela capital histórica do país, Santo Domingo.
Fundado em 1982, esse cenário medieval que parece saído dos filmes europeus, repleto de ruelas de paralelepípedo e prédios que evocam outra época, é o centro cultural, gastronômico, de compras e entretenimento do resort caribenho. Serve, também, de moradia e inspiração para artistas e estudantes de arte. Desde 1983, aliás, o povoado abriga uma filial da Parsons School of Design, de Nova York.
O coração de Altos de Chavon é a Igreja de St. Stanislau, padroeiro da Polônia e uma homenagem ao papa João Paulo II. Ao lado, o Museu Arqueológico Regional abriga uma coleção de arte pré-colombiana e indígena. Há, também, três galerias principais, com trabalhos de artistas dominicanos, europeus e americanos. Outro tributo à arte é um anfiteatro em estilo greco-romano, com capacidade para 5 mil pessoas, onde já se apresentaram Frank Sinatra, Carlos Santana e Julio Iglesias. Além de música e pintura, o Altos de Chavon reúne dezenas de lojas de artesanato dominicano e joalherias que vendem criações em âmbar.
Os gourmets podem provar o melhor da culinária de diversos sotaques, em restaurantes com atmosferas típicas. São eles o mexicano El Sombrero, o francês Casa del Rio, os italianos La Piazetta e Giacosa e o variado Cafe del Sol. Quem quiser badalar à noite pode ir ao Bar e Galeria Papa Jack e, em seguida, dançar merengue na Boate Genesis.





