Cleide Cavalcante
e Renata Stuani
Agência Estado
Visitar Chapada Diamantina, na Bahia, é ter uma surpresa a cada passo. Grutas, cahoeiras e águas que vão desde o azul turquesa até um amarelo cor de chá. O turista ficará encantado também com a amabilidade e a hospitalidade dos habitantes das cidades da região
A paisagem rústica da Chapada Diamantina vai se descortinando aos poucos para os visitantes. A cada ponto turístico visitado a sensação é de espanto com tamanha beleza. Alguns locais exigem um pouco mais de fôlego dos visitantes, mas a maioria não se importa nem um pouco. O sacrifício vale cada metro de sobe-e-desce.
O Parque Nacional da Chapada Diamantina tem cerca de 155 mil hectares e foi criado em setembro de 1985. Por lá, as caminhadas podem até ser longas, mas para aliviar o cansaço, o legal é ir parando para contemplar a paisagem, tirar fotos, tomar água ou comer um lanche leve. Com a inauguração do aeroporto de Lençóis, em 1998, ficou bem mais fácil chegar na Chapada Diamantina, o que antes só era possível de ônibus (são sete horas de trajeto rodoviário a partir de Salvador, que custa cerca de R$ 300,00).
Chegando em Lençóis, o ideal é organizar um roteiro, definindo os pontos turísticos a ser visitados. Escolha os atrativos mais próximos a esta cidade, para economizar tempo. Uma dica importante para quem quiser aproveitar ao máximo uma viagem pela Chapada: divida os dias que tiver disponível hospedando-se nos municípios de Lençóis, Andaraí e Mucugê.
Lençóis é uma cidade bem simpática, com gente simples e cordial. Se o seu roteiro tiver mais de um dia nesta cidade, com certeza você irá sair de lá com endereço e telefone de um novo amigo. Para os turistas, a maior atração, à noite, é uma pequena feira de artesanato no centro da cidade. Também, quem vai querer fazer programa noturno agitado depois de um dia em ritmo acelerado?

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