Centro Pompidou faz 20
nos e acumula recordes
France Presse
O Centro Cultural Georges Pompidou, que completou 20 anos na sexta-feira, 31 de janeiro, faz jus ao apelido de ‘‘mastodonte’’ pelos inúmeros recordes acumulados desde sua inauguração em 1977.
Construído sobre um terreno de dois hectares no coração de Paris, o Pompidou recebeu mais de 146 milhões de visitantes nessas duas décadas, com recordes de 8,4 milhões em 1984 e de 8,2 milhões em 1990. O ano que registrou menos visitas foi 1996, com 5,85 milhões de pessoas.
Oitenta por cento do público do Centro Nacional de Arte e Cultura (CNAC)) têm menos de 50 anos. A faixa etária dos 15-24 anos representam 32%, em sua maioria vindos de Paris. Os estrangeiros representam 1/4 dos visitantes.
A Biblioteca Pública de Informação, com capacidade para 1.800 visitantes, 15,5 km de estantes e 450 mil volumes, além de 10 mil discos, é o lugar que mais atrai os visitantes. A BIP registra uma entrada média diária de 12 mil pessoas.
O Museu Nacional de Arte Moderna - Centro de Criação Industrial (MNAM/CCI) possui uma das mais importantes coleções públicas do mundo sobre o século 20: 4.200 artistas representados, 36 mil obras plásticas (pinturas, esculturas, desenhos, fotos, filmes e vídeos), cerca de 800 obras ligadas à arquitetura (desenhos, maquetes, fotos, filmes) e mil obras de design.
No âmbito dos espetáculos, o Centro oferece uma média de 60 coreografias por ano, 40 peças de teatro e 450 filmes de ficção. A documentação do MNAM/CCI reúne 50 mil monografias, 75 mil catálogos, 5 mil revistas regularmente recebidas e 200 mil eslaides. As edições do Centro Pompidou compreendem 15 coleções e publica 50 títulos por ano.

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