A Ilha de Jeju, ao sul da Coréia do Sul, seria o cenário perfeito para a Seleção Brasileira se instalar durante a Copa do Mundo. Tem clima quente e uma incrível variedade de praias. Mas o Brasil elegeu a industrial Ulsan para montar a sua base. Visitará Jeju apenas no dia 8 de junho, quando enfrentará a China em Seogwipo, uma das cinco províncias.
Se o turista brasileiro pretende conhecer Jeju apenas na véspera e no dia do jogo da Seleção do Felipão, é bom correr atrás de alojamentos desde já. Os chineses vão invadir a ilha coreana. Eles devem desembarcar com um ‘‘exército’’ de 30 mil torcedores.
A ilha tem 500 mil habitantes. Seogwipo, 86 mil – 43 mil homens e 43 mil mulheres. No desembarque, no Aeroporto Internacional de Jeju, saindo do saguão o visitante tem um jardim público repleto de pés de tangerina – a ilha produz tangerina tipo exportação. As plantações estão espalhadas por toda parte.
As frutas amarelas dividem o cenário com pedras pretas, em abundância por lá. Elas são restos de vulcões. O mais famoso chama-se Mount Halla, inativo, com uma cratera de 1.950 metros. Ao redor do Halla está o parque nacional, um dos pontos turísticos mais procurados de toda ilha.
Outra atração natural são as cascatas de Cheonjeyeon, Cheonjiyeon e Jeongbang, esta última com acesso fácil. Fica a apenas cinco minutos do centro de Seogwipo. Não deixe de conhecer também a Pedra do Sol Nascente, um rochedo de 186 metros de altura. Suba por uma trilha (pague antes US$ 2 por pessoa) e, no topo, você terá uma visão privilegiada da ilha.
Antes de subir a trilha da Pedra do Sol Nascente, experimente os frutos do mar colhidos por mulheres mergulhadoras. Elas vivem com roupas de borracha e óculos de mergulhar. Apanham os frutos e depois preparam na hora acompanhando molhos picantes. Faz parte da tradição de Jeju.
A maior atração da ilha, no período da Copa, é o Estádio de Seogwipo, bastante diferente. Construído com pouco mais de US$ 100 milhões, tem status de um monumento do futebol. O conceito do projeto lembra as embarcações de Jeju, a cratera do Oralle, um vulcão secundário extinto, e Teu, as primeiras habitações da ilha. É o mais novo cartão-postal de Jeju.

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