CELEBRIDADES - Multifacetada
PUBLICAÇÃO
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010
Manoela Reis<br> TV Press 
Adriana Londoño não faz parte do núcleo italiano de ''Poder Paralelo'', novela da Record. Mas, durante os meses que o folhetim está no ar, foi ela quem prestou consultoria sobre o assunto aos atores. Afinal, a atriz morou na Itália durante três anos, e lá se formou em Artes Cênicas. Depois dessa experiência, Adriana viveu como uma ''andarilha'' e participou de ''workshops'' em países como Dinamarca e México. ''Quando viajamos ficamos mais disponíveis para conhecer coisas novas. Mais abertos. Essas experiências foram essenciais para o meu trabalho'', garante.
Esse lado autodidata vem ajudando Adriana a moldar a nova fase vivida por Nícia, sua personagem na trama de Lauro César Muniz. ''Tive de mostrar a Nícia desiludida depois que descobriu que o assassino de seu marido é o Don Caló. Logo a pessoa que a acolheu quando ela precisou'', conta, se referindo ao papel de Grancindo Jr.. Apesar de ainda não saber se sua personagem vai perdoar o crime, a atriz já tem uma preferência para o destino de Nícia. ''É sempre mais estimulante trabalhar com o conflito. Se ela fosse preparar uma vingança a carga dramática seria ainda maior. Espero que o Lauro opte por isso'', sugere.
Nome - Adriana Londoño.
Nascimento - 20 de agosto, de 1971, em São Paulo.
Primeiro trabalho na tevê - A Jacqueline de ''Zazá'', exibida pela Globo em 1997.
Interpretação memorável - Fernanda Montenegro na peça ''Viver sem Tempos Mortos''.
Momento marcante na carreira - Quando descobri o teatro aos 11 anos. A partir de então tudo é marcante. Cada estreia, cada passo na profissão, tudo é determinante.
Atuação inesquecível - Como a Ângela Diniz no ''Linha Direta Justiça'', exibido pela Globo em 2003.
Gosta de assistir - Seriados. Mas assisto pouca tevê.
Nunca assistiria - Odeio programas de auditório e reality shows.
O que falta na televisão - Programas educativos.
O que sobra na televisão - Programas sem conteúdo interessante.
Ator - Mara Descartes.
Atriz - Paula Cohen.
Com quem gostaria de contracenar - Osmar Prado.
Papel mais difícil de compor - Ângela Diniz no ''Linha Direta Justiça''.
Papel que gostaria de interpretar - Cassandra. Uma personagem da mitologia grega.
Se não fosse atriz, seria - Se eu tivesse voz seria cantora.
Par romântico inesquecível - A Verônica, vivida por Paloma Duarte, e o Antônio, de Petrônio Gontijo em ''Luz do Sol'', da Record. Eles têm uma química maravilhosa em cena.
Novela preferida - ''Que Rei Sou Eu?'', exibida pela Globo em 1989.
Livro de cabeceira - ''Grande Sertão: Veredas'', de Guimarães Rosa.
Autor favorito - Guimarães Rosa.
Diretor favorito - Aderbal Freire-Filho.
Novela que gostaria que fosse reprisada - ''Que Rei Sou Eu?'', da Globo.
Mania - Arrumar a cama quando acorda. Eu até me esforço para não ficar tão obcecada com isso.
Projeto - Ter uma carreira mais autoral.
- Nesta edição, excepcionalmente, não publicamos a coluna Educar-se, de Dilson Catarino


