CELEBRIDADE - Mareliz, mais mulher
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quarta-feira, 01 de abril de 2009
Manoela Reis<br> TV Press 
Para interpretar a regateira Nina em ''Paraíso'', Mareliz Rodrigues precisou redescobrir sua vaidade. Com um estilo mais contido, a atriz abusou dos acessórios e do salto alto, já que sua personagem é um exemplo de mulher desesperada por um casamento. ''Esse trabalho me fez ser mais mulher. Descobri uma feminilidade em mim que não conhecia'', revela.
Aos 37 anos, a atriz e dançarina começou na tevê em 2002 como a inocente Isabela em ''Esperança''. Depois, só voltou ao ar em 2004, com a Pequetita, em ''Cabocla''. Em sua primeira personagem contemporânea, Mareliz já soma três trabalhos escritos pelo autor Benedito Ruy Barbosa, que também é seu tio. Apesar do parentesco, ela jura que os papéis foram conquistados. ''Acredito na honestidade e no profissionalismo do meu tio. Para todos os papéis fiz teste e cheguei a não ser aprovada por ele na minha primeira tentativa'', garante.
Nome - Mareliz Rodrigues Barbosa
Nascimento - 6 de maio de 1971, em São Paulo
Primeiro trabalho na tevê - Isabela, em 'Esperança', em 2002, na Globo
Um momento marcante na carreira - Em 'Cabocla', teve uma cena em que a Pequetita tinha de declamar uns versos, e a minha plateia tinha ótimos atores como o Tony Ramos, a Patricia Pillar, Reginaldo Faria, Daniel de Oliveira, Regiane Alvez e Oscar Magrini. Acho que foi o momento mais emocionante da minha vida
Gosta de assistir - Programas de entrevistas
Nunca assiste - Programas violentos
O que falta na televisão - Agora que estou com um filho, sinto muita falta de produções nacionais para crianças
O que sobra na televisão - Fofoca
Ator - Tony Ramos
Atriz - Laura Cardoso
Gostaria de contracenar - Tony Ramos
Se não fosse atriz seria - Repórter de um programa de turismo
Interpretação memorável - Uma cena do Carlos Vereza, em que ele era o senador Caxias, na novela ''O Rei do Gado''. Ele fazia um discurso inflamado. Estava todo suado e, de repente, uma gota do seu suor cai na palavra terra escrita em seu discurso. Achei muito emocionante
Papel que gostaria de representar - Branca, do ''Santo Inquérito'' do Dias Gomes
Novela - ''O Rei do Gado'', de Benedito Ruy Barbosa, exibida pela Globo, em 1996
Melhor canção de trilha sonora - ''Você não me ensinou a te esquecer'', de Caetano Veloso, da trilha sonora do filme ''Lisbela e o prisioneiro''
Melhor abertura de novela - Cabocla
Um vilão marcante - Percival Farquhar, de Tony Ramos, na minissérie ''Mad Maria'', exibida pela Globo, em 2005
Novela que gostaria que fosse reprisada - ''Saramandaia'', de Dias Gomes, exibida pela Globo, em 1976
Diretor Favorito - Jean Pierre Janet
Filme - ''Encontro Marcado''
Livro - ''A Boa Sorte'', de Álex Rovira
Um vexame - Confundir as pessoas
Uma mania - Dar um fora. Às vezes acabo dando respostas mais ríspidas, mas não tenho a intenção de ser grosseira
Medo - Perder as pessoas que eu amo
Projeto - Me dedicar à novela e ao meu espaço cultural recém-inaugurado, 'Vamos Fazer Arte'
- Paraíso - na Globo de segunda a sexta, às 18h


