Baile infantil do Floresta Clube, em Foz, que chegou a recebeu mais de 6 mil pessoas por noiteA prefeitura de Cascavel conseguiu apoio da iniciativa privada e realizou mais um grande Carvaval popular. Valeu a tradição da cidade, sempre com milhares de pessoas aplaudindo numerosos blocos no calçadão. No domingo, os blocos desfilaram cantando plágios de músicas de sucesso. A novidade foram os foliões vestidos de sem-terra. Neste caso, roupa suja e farrapos foram a ordem.
A ala dos sem-terra no bloco do clube Comercial (800 componentes) estreou cantando uma versão cômica da música ‘‘Vermelho’’, de David Assayag. O bloco Unidos de Cascavel (300 foliões) veio com plágio da ‘‘Dança da Bundinha’’ e, de quebra, apresentou uma mulher de topless - a única do carnaval da cidade. A ala ‘‘Gaiola das Loucas’’ saiu com 150 bonecas. Ontem, teve concurso de fantasias no calçadão. O resultado do concurso de blocos deve sair amanhã.
Foz Os quatro maiores clubes de Foz do Iguaçu (Floresta, Country, Oeste Paraná Clube e Gresfi) foram sede da animação na cidade. Também teve festa popular, este ano abrigada no ginásio de esportes Costa Cavalcanti. Só o Floresta Clube recebeu mais de 6 mil pessoas por noite, um recorde.
O baile foi animado por dezenas de blocos. Alguns com até 200 pessoas. Não faltou cerveja, principal combustível dos foliões. O clube vendeu, em média, 12 mil garrafas/noite.
Na rua, o destaque foi o bloco ‘‘Meninas Veneno’’, com direito a concurso para escolher o melhor homem vestido de mulher. O bloco, que completou 18 anos neste carnaval, já cresceu bastante. Desta vez, desfilaram 156 ‘meninas’. O concurso já virou tradição do carnaval de Foz. Tem gente que vem de fora só para participar.
A graça do concurso é que cada ‘candidata’ escolhe um personagem famoso. Este ano desfilaram, lado a lado, ‘Luana Berdinazzi’ e ‘Léia Mezenga’. Mas o vencedor do concurso foi mesmo Verli Farias, que viveu uma dançarina de cabaré. Durante o desfile, foram distribuídos 600 litros de chope.
Maringá Mais uma vez ficou provado que, pelo menos por enquanto, Carnaval não rima com Maringá. Bailes em clubes, dois bailões populares com apoio de escolas de samba e desfiles de fantasias infantis resumiram quase toda a folia na cidade. Parte dos componentes da escola de samba Caprichosos de São José se apresentou na praça Farroupilha, no Jardim Alvorada.
Uma das poucas opções foi a terceira edição do ‘‘Carnaval de Rua’’, na praça Raposo Tavares. Teve eleição da rainha do Carnaval e animação todo dia. A secretaria municipal de Esportes e Cultura pensa em ressuscitar o carnaval de rua no ano que vem.

mockup