Os colegas de trabalho e clientes do contador Orlando José de Souza esperam ansiosos a chegada da segunda-feira para poderem se deliciar com as receitas que ele prepara nos fins de semana. "Gosto de passar o domingo cozinhando com a minha esposa e sempre faço uma receita a mais para poder distribuir as novidades aos amigos. Afinal, esse é o grande prazer de quem cozinha", argumenta.
Pães caseiros, fatia húngara e esfirras estão entre as especialidades do contador. "Sou descendente de italianos, então adoro preparar massas. Mas também gosto de aprender outros pratos e até mesmo de fazer a comida do dia a dia. No próximo final semana, por exemplo, quero fazer um tacho de doce de goiaba. Passei o último domingo colhendo as frutas que deram lá em casa, preparei as polpas e depois de pronto vou presentear vários amigos com porções do doce", conta.
Souza diz que aprendeu a cozinhar por necessidade, mas que atualmente o hábito de ir para a cozinha acabou se tornando uma atividade prazerosa e um antídoto contra o estresse. "Aprendi a fazer o básico quando saí da casa dos meus pais. Com o tempo a gente acaba enjoando de comer as mesmas coisas e começa a aprender novas receitas. Só que essa vontade de preparar coisas novas não passa nunca. É sempre um desafio a ser vencido. Passo horas na cozinha e não sinto o tempo passar. É nesses momentos que relaxo e esqueço de tudo", ressalta.
Com exclusividade para a FOLHA, o contador ensinou a receitas da elogiada fatia húngara que prepara. "Não tem muito segredo. Para cozinhar bem é preciso bons ingredientes, paciência, criatividade, carinho e dedicação. O que não pode ter é medo de errar. Se errar hoje, acerta amanhã. Acho que todo mundo é capaz de fazer boas comidas. Garanto que a experiência vale a pena", salienta. (M.R.)

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