DivulgaçãoSérgio Resende: ‘‘O filme tem muitas cenas de luta, incêndios e explosões’’Uma das mais caras produções do cinema nacional, ‘‘Guerra de Canudos’’ chega hoje às telas brasileiras. Dirigido pelo cineasta Sérgio Resende, 45 anos, e orçado em R$ 6 milhões, o filme foi gravado no maior cenário já feito no País, em uma área construída de 6.000 metros quadrados, no povoado de Junco do Salitre, em Juazeiro (a 500 km de Salvador).
‘‘Foram necessários 200 operários para a edificação das 700 casas e duas igrejas que compõem a cidade cinematográfica’’, disse Resende. A cidade original foi submersa para a construção de uma barragem. O filme chega às telas no ano em que se comemora o centenário do final da guerra de Canudos, que provocou a morte de 25 mil pessoas no sertão baiano.
A história mostra a destruição de Canudos e a luta do líder religioso Antônio Conselheiro - papel interpretado pelo ator José Wilker - contra as tropas do exército.
Munição Para reconstituir a guerra, os produtores requisitaram junto ao Ministério do Exército cerca de 600 fuzis da época, espadas, revólveres e canhões. ‘‘O filme tem muitas cenas de luta, incêndios e explosões’’, disse Resende.
Os efeitos especiais de ‘‘Guerra de Canudos’’ foram produzidos pelo técnico mexicano Federico Farfán - que já trabalhou em ‘‘Rambo 2’’ e ‘‘Duna’’ - e uma equipe de quatro especialistas.
Além de José Wilker, o elenco conta com a participação de Marieta Severo (como Penha) e Paulo Betti (como José Lucena). O casal acompanha o líder Antônio Conselheiro em suas pregações contra a miséria e injustiça social. A atriz Claudia Abreu também participa do filme, interpretando a filha mais velha do casal. Leia texto nesta página.

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