Canadá, entre a modernidade e a história
Sem dúvida nenhuma, o bairro de Montreal Antiga tem de estar no roteiro, com seus prédios coloniais bem-conservados dos séculos 18 e 19, erguidos sobre ruelas estreitas. O ponto de partida para o visitante é a charmosa Praça Jacques Cartier, próxima do porto, repleta de cafés e bistrôs. Construída em 1804, quando funcionava como mercado público, a praça foi restaurada em 1998, tornando-se o lugar mais agradável da zona antiga.
Para quem gosta de mergulhar na história, o melhor é visitar o Pointe-à-Callire, na Place Royale, onde está o Museu de Arqueologia e História de Montreal. Bem próximo do museu, na Place dArmes, fica outro cartão-postal do bairro antigo: a basílica gótica de Notre-Dame, construída entre 1824 e 1829, que se destaca pelo interior, com belos vitrais, esculturas e pinturas com temáticas bíblicas.
Uma atração à parte no bairro é o Porto Antigo. Por esse espaço recreativo de 2,5 quilômetros de extensão passam 7 milhões de visitantes ao ano. No inverno, é lugar de patinação no gelo. As atividades ao ar livre ocorrem no verão, com shows, mostras de arte e excursões de barcos pelo Rio Saint-Lawrence.
Projetado e construído para os jogos de 1976, o Parque Olímpico é também um dos pontos turísticos mais visitados. Não deixe de pegar o elevador panorâmico até o alto da torre inclinada (CAN$ 10) para apreciar a visão de 360º da cidade. Ao pé da torre, a próxima parada é o Biodome (CAN$ 10), uma reserva de flora e fauna de diferentes ecossistemas: floresta tropical, floresta da região, ambiente aquático do Rio Saint-Lawrence e o mundo polar.
Se ainda estiver no início da tarde e a tempetura for razoável, caminhe do Parque Olímpico até o Jardim Botânico (CAN$ 10), o segundo maior do mundo, com jardins orientais enfeitados por estátuas, barcos e dragões coloridos, além do exótico insetário.
Para quem não dispensa a visita a um museu, Montreal tem pelo menos 30 instituições. Destacam-se o Museu de Belas Artes (o mais antigo do país), além do Museu McCord de História Canadense e o Museu de Arte Contemporânea.
O último é parte do complexo Place des Arts, cujas salas têm recebido nos últimos 30 anos os grandes nomes do teatro, música e dança, incluindo a Orquestra Sinfônica de Montreal e a companhia Grands Ballets Canadiens.





