Campanário volta à réplica de igreja matriz instalada no campus da UEL
Torre faz parte do projeto que reproduz a construção da primeira matriz, de 1934, e foi desenvolvido pelo Departamento de Arquitetura e Urbanismo
PUBLICAÇÃO
terça-feira, 20 de janeiro de 2026
Torre faz parte do projeto que reproduz a construção da primeira matriz, de 1934, e foi desenvolvido pelo Departamento de Arquitetura e Urbanismo
Da Redação 

O campanário da réplica da primeira Igreja Matriz de Londrina voltou à sua estrutura de origem após passar por uma restauração. Agora, a reprodução instalada em 1997, no Calçadão do campus da UEL (Universidade Estadual de Londrina), está completa novamente.
A torre integra o projeto que reproduz a igreja histórica construída em 1934. Segundo o professor Antônio Carlos Zani, do CTU (Departamento de Arquitetura e Urbanismo), responsável pelo projeto original e de revitalização, a estrutura de madeira durou cerca de vinte e cinco anos e devido à ação do tempo vinha apresentando problemas que poderiam causar um desabamento eminente. Dessa forma, os sinos foram colocados no solo como forma de evitar acidentes em decorrência do risco.
A réplica está localizada no Calçadão, entre o CCE (Centro de Ciências Exatas) e o Cesa (Centro de Estudos Sociais Aplicados), e tem cerca de um terço do tamanho original da primeira construção edificada em madeira, no Centro da cidade.
Pedido da reitora
A reitora da UEL, Marta Fávaro, inseriu a solicitação de restauração do campanário como uma das prioridades para o ano de 2025 devido a importância histórica que rememora o passado do município.
O professor Zani explica que a estrutura consiste em dois pilares 20 por 20 de peroba rosa, colocados lado a lado com travamento entre eles e na parte superior uma cobertura com chapa de aço inox e sinos abaixo.
Segundo Zani “a ação foi importante, pois coloca à vista novamente a imagem da réplica da primeira catedral e o campanário de Londrina, bem como o valor histórico que isso carrega para a cidade”.
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Revitalização
Sobre a deterioração da estrutura, foi identificado que a madeira na parte inferior do campanário ficou suscetível ao apodrecimento em decorrência do acúmulo de água, sobretudo, por conta das chuvas. O professor conta que ele e sua equipe foram até o local e fizeram algumas avaliações e chegaram à conclusão de que era necessário retirar cerca de 20 cm da parte deteriorada e posteriormente restaurá-la.
O trabalho de retirada, restauração e instalação contou com a equipe de carpintaria e marcenaria da prefeitura do Campus.
(Com Agência de Comunicação da UEL)





