Caminhadas, raffing e rapel são algumas opções
Para elaborar o diagnóstico sobre Guarapuava, Eduardo Zardo trabalhou mais de três meses no levantamento de cachoeiras, trilhas, potencial étnico-cultural, propriedades rurais, patrimônio histórico e religioso. O final do trabalho resultou em sugestões iniciais de roteiros. Na área do ecoturismo, por exemplo, destinado à chamada ''melhor idade'' - um nicho de mercado em alta -, os atrativos são o Parque das Araucárias, a Área de Proteção Ambiental da Serra da Esperança, o Parque Jordão e a aldeia indígena de Marrecas, com caminhadas por trilhas dentro da mata, observação com informações sobre a fauna e a flora, artesanato e cultura indígenas.
No turismo étnico-cultural estão ''As Cavalhadas'', um dos grandes espetáculos teatrais de arena do País. A Capela do Degolado, o Morro da Divina e Trina Ternura, o Santuário de Schoenstatt e outros pontos surgem como opções para o turismo religioso. Uma das grandes vedetes do setor, o turismo de aventura, marca pontos positivos em Guarapuava com o Salto das Curucacas, a cachoeira Pinhãozinho, o Rio São Jerônimo (na Serra da Esperança), o Salto São Francisco. É o raffting e o rapel que já estão sendo praticados em Guarapuava.
Na opão de turismo rural há o Refúgio do Tropeiro e a Cabanha Lageado no Jordão, a Pousada Vollweiter em Entre Rios, a Pousada Santa Helena, o Parque de Caça na Fazenda Trindade, a Chácara Lagoa Dourada, entre outras opções. O distrito de Entre Rios está pronto para receber o turista. As atrações principais do distrito são o museu que conta a saga dos suábios do Danúbio, a Cooperativa Agrária, a Agromalte - a maior maltearia da América Latina -, grupos folclóricos e a gastronomia típica. (C.C.)





