Apesar de trabalhar praticamente o dia inteiro, a cabeleireira Ana Paula Carvalho deixa recomendações ao filho de 8 anos. No período da manhã, o pequeno fica aos cuidados dos pais de Paula, que controlam o tipo de desenho que ele poderá assistir.
A TV por assinatura, para ela, ainda é um serviço secundário, embora afirme que seu conteúdo seja mais completo. ''Não tenho, porque também não paro em casa. Quando assisto TV, vejo mais telejornais e novelas. Quando pinta a vontade de assistir algum filme, vou às locadoras'', disse.
Paula conhece um pouco da programação através de visitas à casa de amigos e familiares que são assinantes. O que ela viu agradou aos olhos. Por outro lado, não conquistou o bolso. ''Tempos atrás, conversei com um atendente de uma operadora e percebi que o pacote que continha os canais que me interessavam era muito caro. Tenho vontade de assinar, mas ainda está caro. Infelizmente a maioria das pessoas têm que se contentar com os canais tradicionais'', comentou.
Já que ainda não é possível enfrentar uma mensalidade referente ao plano que contenha seus programas preferidos, Paula encontrou uma outra alternativa de entretenimento para seu filho. ''Justamente pelo fato de esses canais de TV aberta não oferecerem bons programas, eu optei pela internet banda larga, assim, meu filho pode fazer as pesquisas da escola e também brincar com jogos'', refletiu. (L.O.)

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