Cabaré: obra em mutação
Cesar AugustoCom forte apelo visual, Cabaré do Filo abriga instalações que ganham beleza com a incidência da luzCABARÉ: OBRA EM MUTAÇÃO
Ponto de encontro do Filo, o Cabaré muda de cara todos os dias. Amanhã é o último dia de festa no local
Jackeline Seglin
O Cabaré do Filo não é apenas um local para shows e ponto de encontro. É, antes de tudo, uma instalação cenográfica e sonora, um espaço contemplativo - e também interativo. Montado num barracão de mais de cinco mil metros quadrados, o Cabaré está em constante transformação. Dia-a-dia ganha detalhes novos, elaborados pelos artistas que vieram a Londrina especialmente para criar um cenário de formas, sons, cores e movimento.
A porta de acesso ao Cabaré é uma enorme boca de dragão, por onde o público atravessa a garganta - um corredor visual e sonoro. Mas isso é apenas a bilheteria. O barracão está poucos metros depois. Diante da porta de entrada, um panorama da transinteração. Corpos e objetos em movimentos. O público entre a floresta de bambus, o palco, o bar, a oficina cenográfica, a cascata, as esculturas. No teto, cordas e armações criam imagens. Pouco mais adiante, o cantinho do aconchego, um ambiente com sofás e tapetes para um bate-papo. Na pista de dança, mais movimento. A animação corre solta.
Celso Pacheco/DivulgaçãoEstrela do Cabaré: Alcione tocou trumpete no show de anteontemO Filo acaba amanhã. Portanto, são apenas dois dias para dar um passeio pelos jardins, florestas e cantinhos que compõem o ambiente. A platéia de hoje também poderá assistir ao show do Farofa Carioca. Amanhã, apesar de não haver nenhuma apresentação, a festa promete rolar até altas horas.





