Arquivo FolhaBallet Regina Mundi: prêmios e cumprimentos até mesmo nas ruas nova-iorquinasFoi um sucesso a participação do Ballet Regina Mundi, de Maringá, no ‘‘New York Dance Alliance Festival’’, que terminou no dia último dia 6. O Festival reuniu bailarinos de todos os estados americanos e dos Estados Unidos e do Canadá. Na última fase eliminatória o Regina Mundi ficou com oito troféus, um para cada coreografia apresentada. E na grande final quando concorreram 122 coreografias diferentes, o balé de Maringá ficou com mais oito importantes premiações.
As coreografias de Michelle El Ghezz receberam os seguintes troféus: superouro (high gold) ‘‘1942 - Mulheres no Gueto’’, ‘‘EspaÀa’’ ; Gold (ouro) em ‘‘Caracoles’’ e ‘‘Sono’’; High Silver (superprata) em uma ‘‘Homenagem a Piazzolla’’ e ‘‘In Taberna’’ e na categoria Silver uma premiação para ‘‘Sultanas’’ e ‘‘Jogo Sério’’ .
A diretora do Ballet, Roseli El Ghezz conta que além dos 16 troféus ficou com mais três prêmios, o de melhor figurino e melhor cenário para ‘‘Espanha’’. E a ‘‘1942- Mulheres no Gueto’’ ficou com a melhor nota.
A dança ‘‘Sono ‘‘também se destacou com ‘‘o penteado mais interessante’’. A companhia brasileira foi convidada para este Festival no começo deste ano quando conquistou diversos prêmios no Festival de Danças do Mercosul em Foz do Iguaçu.‘‘Uma dos juradas apreciou nosso trabalho e prometeu levar o grupo para os Estados Unidos’’, conta Roseli.
Durante o Festival de Nova York os bailarinos - sempre vestindo agasalhos com as cores da bandeira escritos Paraná - Brasil receberam muitos cumprimentos pelas ruas nova-iorquinas. ‘‘Eles nos viam e perguntavam ‘‘Brasil? ‘‘Yes’’ ‘‘Very Good, Very Good’’, conta a diretora do Regina Mundi. ‘‘Foi um sacrifício porque gastamos muito na viagem. Só recebemos o convite mas tudo foi pago, e caro. Tirando as passagens que conseguimos com a intermediação do prefeito Jairo Gianoto junto a empresários, o resto foi tudo por nossa conta, e caríssimo’’.
Mas todos voltaram dizendo que valeu o sacrifício . ‘‘O público nos aplaudiu muito. E alguns pais que nos acompanharam na viagem ouviram os comentários na platéia sobre os temas que dançamos. Eles disseram que eram sérios e envolventes e que nosso figurinos eram maravilhosos’’, conta a coreógrafa Michele El Ghezz, que foi convidada para voltar no próximo ano.

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